Como o medicamento funciona? - Dianeal PD-2

Bula Dianeal PD-2

Princípio ativo: Glicose Monoidratada + Associação

Classe Terapêutica: Soluções Para Diálise Peritoneal

Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)

Como o Dianeal PD-2 funciona?

A Diálise Peritoneal é um procedimento para a remoção de substâncias tóxicas e metabólicas normalmente excretadas pelos rins e para auxiliar a regularização de fluidos e balanço eletrolítico.

O procedimento é realizado infundindo um fluido para diálise na cavidade peritoneal através de um cateter. Com exceção do lactato presente como precursor do bicarbonato, as concentrações eletrolíticas do fluido foram formuladas para tentar normalizar as concentrações eletrolíticas do plasma, resultante da osmose e difusão através da membrana peritoneal (entre o plasma do paciente e o fluido de diálise). As substâncias tóxicas e metabólicas, presentes em altas concentrações no sangue, atravessam a membrana peritoneal no sentido do fluido de diálise. A glicose presente no fluido de diálise é utilizada para produzir uma solução hiperosmolar em relação ao plasma, criando um gradiente osmótico que facilita a remoção dos fluidos do plasma do paciente para a cavidade peritoneal.

Exclusivo Sistema Single BagApós um determinado período de tempo (tempo de permanência), o fluido é drenado pela máquina de Diálise Peritoneal da Baxter através do procedimento de DPA (Diálise Peritoneal Automatizada).

Exclusivo Sistema UltrabagApós um determinado período de tempo (tempo de permanência), o fluido é drenado por gravidade.

A bolsa plástica Viaflex é fabricada com cloreto de polivinila especialmente formulado (Plástico PL 146). A quantidade de água que pode difundir-se da bolsa para o invólucro protetor externo é insuficiente para afetar significativamente a solução. As soluções em contato com a bolsa plástica podem dissolver e retirar alguns de seus componentes químicos em quantidades ínfimas, no decorrer do período de validade, como por exemplo, di-2-etilhexilftalato (DEHP), até 5 partes por milhão. Todavia, a segurança do material plástico foi confirmada através de testes em animais, de acordo com os testes biológicos recomendados pela USP para recipientes plásticos, assim como por estudos de toxicidade em cultura de tecidos.

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