Reações Adversas - Bilargos

Bula Bilargos

Princípio ativo: Bilastina

Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)

Efeitos colaterais de Bilargos

O número de efeitos colaterais apresentados por pacientes com rinite alérgica, conjuntivite alérgica ou urticária crônica tratados com 20 mg de Bilastina nos estudos foi parecido com o de pacientes tratados com placebo (substância sem efeito) (12,7% versus 12,8%).

Os estudos realizados incluíram 2525 pacientes tratados com diferentes doses de Bilastina, dos quais 1697 receberam 20 mg de Bilastina. Nestes estudos, 1362 pacientes receberam placebo. Os efeitos colaterais mais comuns em pacientes tratados com 20 mg de Bilastina para rinite alérgica, conjuntivite alérgica ou urticária foram dor de cabeça, sonolência, tontura e cansaço. Estes efeitos ocorreram com frequência similar nos pacientes tratados com placebo.

Resumo das reações adversas

Os efeitos colaterais possivelmente relacionados à Bilastina e relatados em mais de 0,1% dos pacientes tratados com 20 mg de Bilastina (N=1697) durante os estudos foram:

  • Reações muito comuns: >1/10;
  • Reações comuns: >1/100 e <1/10;
  • Reações incomuns: >1/1.100 e 1/10.000 e <1/1.000;
  • Reações muito raras: <1/10.000;
  • Desconhecidas: não pode ser estimada com os dados disponíveis

Reações raras, muito raras e com frequência desconhecida não foram incluídas na tabela.

Classe de Sistema de Órgãos
Frequência da Reação Adversa
Bilastina
20 mg
N=1697
Todas as doses de Bilastina
N=2525
Infecções e infestações
IncomumHerpes oral2 (0,12%)2 (0,08%)

Distúrbios do metabolismo e nutrição

IncomumAumento do apetite10 (0,59%)11 (0,44%)
Transtornos psiquiátricos
IncomumAnsiedade6 (0,35%)8 (0,32%)
Insônia2 (0,12%)4 (0,16%)
Distúrbios do sistema nervoso
ComumSonolência52 (3,06%)82 (3,25%)
Cefaleia68 (4,01%)90 (3,56%)
IncomumTontura14 (0,83%)23 (0,91%)
Distúrbios do ouvido e labirinto
IncomumTinido2 (0,12%)2 (0,08%)
Vertigem3 (0,18%)3 (0,12%)
Distúrbios cardíacos
IncomumBloqueio de ramo direito4 (0,24%)5 (0,20%)
Arritmia sinusal5 (0,30%)5 (0,20%)
QT prolongado9 (0,53%)10 (0,40%)
Outras anormalidades do ECG7 (0,41%)11 (0,44%)
Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinos
IncomumDispneia2 (0,12%)2 (0,08%)
Desconforto nasal2 (0,12%)2 (0,08%)
Ressecamento nasal3 (0,18%)6 (0,24%)
Distúrbios gastrointestinais
IncomumEpigastralgia11 (0,65%)14 (0,55%)
Dor/desconforto abdominal5 (0,30%)5 (0,20%)
Náusea7 (0,41%)10 (0,40%)
Desconforto estomacal3 (0,18%)4 (0,16%)
Diarreia4 (0,24%)6 (0,24%)
Boca seca2 (0,12%)6 (0,24%)
Dispepsia2 (0,12%)4 (0,16%)
Gastrite4 (0,24%)4 (0,16%)
Distúrbios da pele e tecido subcutâneo
IncomumPrurido2 (0,12%)4 (0,16%)
Distúrbios gerais e condições no local da administração
IncomumFadiga14 (0,83%)19 (0,75%)
Sede3 (0,18%)4 (0,16%)
Condição pré-existente melhorada2 (0,12%)2 (0,08%)
Pirexia2 (0,12%)3 (0,12%)
Astenia3 (0,18%)4 (0,16%)
Laboratoriais
IncomumElevação de gama glutamil transferase (γ-GT)7 (0,41%)8 (0,32%)
Elevação de alanina aminotransferase5 (0,30%)5 (0,20%)
Elevação de aspartato aminotransferase3 (0,18%)3 (0,12%)
Elevação da creatinina2 (0,12%)2 (0,08%)
Elevação de triglicerídeos2 (0,12%)2 (0,08%)
Aumento de peso8 (0,47%)12 (0,48%)

Reações com frequência não determinada

  • Palpitações, batimentos cardíacos acelerados e reações alérgicas (como reação alérgica grave, inchaço, dificuldade para respirar, erupção na pele, inchaço local e vermelhidão) e vômitos foram observadas após o início da comercialização.

Descrição de alguns efeitos colaterais

Os efeitos colaterais mais comuns foram dois comuns (sonolência e dor de cabeça) e dois incomuns (tontura e cansaço). Suas frequências com Bilastina vs. placebo foram 3,06 % vs. 2,86% para sonolência; 4,01% vs. 3,38% para dor de cabeça; 0,83% vs. 0,59% para tontura e 0,83% vs. 1,32% para cansaço.

Quase todas as reações adversas incluídas na tabela acima foram observadas em pacientes tratados com Bilastina 20 mg ou com placebo com uma incidência similar.

As informações coletadas após o início da venda do medicamento confirmaram o perfil de segurança observado durante os estudos.

Crianças e adolescentes

Durante os estudos, a frequência, tipo e intensidade dos efeitos colaterais em adolescentes (12 anos a 17 anos) foram as mesmas observadas em adultos. As informações coletadas nesta faixa etária após o início da venda confirmaram os resultados dos estudos.

Em casos de eventos adversos, notifique pelo sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.

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