Precauções - Tertop

Bula Tertop

Princípio ativo: Cloridrato de Terbinafina

Classe Terapêutica: Agentes Sistêmicos para Infecções Fúngicas

Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)

Quais cuidados devo ter ao usar o Tertop?

O uso de Tertop não é recomendado para pacientes com doença hepática crônica ou ativa. Sendo assim, deve-se investigar a presença de doença hepática pré-existente antes de se iniciar o tratamento com Tertop. A ocorrência de hepatotoxicidade pode ocorrer em pacientes com ou sem doença hepática pré-existente.

Casos muito raros de falha hepática grave (alguns fatais ou que requereram transplante hepático) foram relatados em pacientes tratados com terbinafina oral. Na maioria dos casos de falha hepática, os pacientes tinham condições sistêmicas basais graves e a relação causal com a ingestão de terbinafina foi incerta.

Pacientes em tratamento com Tertop devem ser alertados a relatar imediatamente sinais e sintomas como náusea persistente inexplicada, anorexia, fadiga, vômitos, dor na região abdominal superior direita, icterícia, urina escura ou fezes esbranquiçadas.

Pacientes com estes sintomas devem descontinuar o tratamento com Tertop e realizar imediatamente uma avaliação da sua função hepática.

Gravidez

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Os estudos de fertilidade e de toxicidade fetal realizados em animais não evidenciaram reações adversas. Como a experiência clínica em mulheres grávidas é muito limitada, Tertop não deve ser administrado durante a gravidez, a menos que, as potenciais vantagens superem os possíveis riscos.

Amamentação

Mães que utilizam Tertop não devem amamentar, pois a terbinafina é excretada no leite materno.

Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas

Não foram conduzidos estudos para verificar o efeito do tratamento com Tertop sobre a habilidade de dirigir e operar máquinas. Pacientes que apresentarem vertigem como um efeito adverso devem evitar dirigir ou utilizar máquinas.

Pacientes idosos

Não há evidências de que os pacientes idosos necessitem de doses diferentes ou que apresentem outros efeitos secundários em relação aos pacientes mais jovens.

Quando os comprimidos forem prescritos a pacientes nessa faixa etária, deve-se considerar a possibilidade de diminuição da função hepática ou renal pré-existentes.

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