Precauções e cuidados com Dogmatil
Tenha cuidado se tiver diabetes ou risco de diabetes, pois remédios antipsicóticos podem aumentar o açúcar no sangue. Monitore regularmente.
Se tiver histórico de epilepsia, será monitorado durante o tratamento, pois há relatos de convulsões com sulpirida.
Em casos de agressividade ou agitação, Dogmatil pode ser usado com um sedativo.
Podem ocorrer reduções de células brancas no sangue. Febre ou infecções sem causa aparente exigem exames imediatos.
Use com cuidado se tiver glaucoma, parada intestinal, estreitamento digestivo congênito, retenção urinária ou próstata aumentada.
Hipertensos, principalmente idosos, devem ser monitorados devido ao risco de crise hipertensiva.
Gravidez
Só use na gravidez se os benefícios superarem os riscos, e sempre sob orientação médica.
Bebês expostos no terceiro trimestre podem ter problemas neurológicos ou de abstinência. Recém-nascidos precisam de monitoramento.
Não use na gravidez sem orientação médica.
Amamentação
Avise ao médico se estiver amamentando.
Sulpirida passa no leite materno. Não amamente durante o tratamento.
Grupos especiais
Idosos
Use com cuidado, pois idosos são mais sensíveis. Pacientes idosos com demência têm risco aumentado.
Problemas nos rins
Dose deve ser reduzida em insuficiência renal.
Crianças
Segurança e eficácia não foram totalmente estudadas em crianças. Use com cautela.
Dirigir e operar máquinas
Dogmatil pode causar sonolência e reduzir reflexos.
Não dirija ou opere máquinas durante o tratamento.
Avisos importantes sobre Dogmatil
Sulpirida pode alterar o ritmo cardíaco (intervalo QT), aumentando risco de arritmias graves.
Use com cuidado se tiver risco de AVC (derrame).
Pode ocorrer Síndrome Neuroléptica Maligna (febre alta, rigidez muscular) - interrompa o remédio e avise ao médico se tiver febre sem causa.
Se tiver Parkinson, avise ao médico antes de usar.
Idosos com demência e psicose têm risco aumentado de morte com antipsicóticos.
Relatos de coágulos sanguíneos, às vezes fatais. Cuidado se tiver fatores de risco.
Sulpirida pode aumentar a prolactina. Pacientes com histórico de câncer de mama precisam de monitoramento.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)