Cuidados ao usar o Clonazepam
Avise seu médico se você tem:
- Doenças nos rins, pulmões ou fígado, problemas respiratórios, porfiria;
- Sinais de depressão ou pensamentos suicidas;
- Intolerância à lactose ou galactose;
- Problemas de coordenação motora;
- Uso de álcool ou drogas.
Pode ocorrer perda de efeito durante o tratamento.
Não misture com álcool ou calmantes - pode causar sonolência grave, coma ou morte.
Se tiver reações incomuns (agitação, agressividade), interrompa e avise seu médico.
Pode causar esquecimento de fatos recentes.
Pode piorar crises convulsivas se a dose for alterada abruptamente.
Risco de dependência
O uso prolongado pode causar dependência física e psicológica, principalmente em doses altas, tratamentos longos ou em quem tem histórico de abuso de substâncias.
Se parar bruscamente, podem ocorrer sintomas de abstinência:
- Ansiedade, agitação, insônia, tremores, sudorese, dores musculares, confusão mental, irritabilidade e convulsões. Suspenda gradualmente.
Dirigir e operar máquinas
O clonazepam pode atrasar seus reflexos, principalmente com álcool.
Não dirija ou opere máquinas durante o tratamento.
Não há evidências de que cause doping.
Gravidez e amamentação
Não use sem orientação médica na gravidez.
Só use se os benefícios superarem os riscos para o bebê. Pode causar problemas cardíacos e respiratórios no recém-nascido.
Suspenda a amamentação se precisar tomar clonazepam.
Uso em crianças
Avaliar risco/benefício do uso prolongado. Pode aumentar salivação e secreções em bebês.
Mantenha as vias aéreas livres.
Não há dados de segurança para crises de pânico em menores de 18 anos.
Uso em idosos
Os efeitos são mais intensos em idosos, mesmo com doses menores.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)