Ação da Substância - Clonazepam Nova Química

Bula Clonazepam Nova Química

Princípio ativo: Clonazepam

Classe Terapêutica: Antiepilépticos

Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)

Como o Clonazepam age? Farmacologia

Eficácia


Epilepsia e convulsões

Eficaz no tratamento de crises de ausência refratárias e epilepsias sensoriais (como epilepsia fotomioclônica). Controla crises parciais complexas e pode permitir redução de outros anticonvulsivantes.

Em crianças, reduz crises em até 70% dos casos com doses de 0,05 a 0,3 mg/kg/dia.

Ansiedade

Eficaz para crises de pânico a curto prazo e fobias. Não estudado além de 9 semanas ou em menores de 18 anos.

Problemas de humor

Reduz sintomas de mania em transtorno bipolar. Associado a antidepressivos, melhora depressão ansiosa mais rapidamente.

Outras condições

Eficaz em acatisia, síndrome das pernas inquietas, tonturas e síndrome da boca ardente.

Referências Bibliográficas disponíveis na bula completa.

Como age no organismo


Mecanismo de ação

Age no sistema nervoso central potencializando o GABA (neurotransmissor inibitório), com efeitos anticonvulsivantes, calmantes e relaxantes musculares. Suprime atividade cerebral anormal em epilepsias.

Absorção e distribuição

Absorvido rapidamente (pico em 1-4h). Ligação a proteínas plasmáticas: 82-86%. Distribui-se amplamente, inclusive para o cérebro.

Metabolismo e eliminação

Metabolizado no fígado. Meia-vida: 30-40 horas. Eliminado principalmente pela urina como metabólitos inativos.

Grupos especiais

Idosos: efeitos podem ser mais intensos. Crianças: farmacocinética similar a adultos. Problemas hepáticos: requer ajuste de dose.

Estudos pré-clínicos

Sem evidências de carcinogenicidade ou mutagenicidade. Em animais, altas doses reduziram fertilidade e causaram malformações em coelhos.

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