Quando não devo usar Cherry?
Antes de iniciar Cherry, seu médico fará exames ginecológicos e clínicos para confirmar que você pode usar este medicamento. Esses exames devem ser repetidos anualmente durante o tratamento.
Não use Cherry se você:
- Estiver grávida ou suspeitar de gravidez;
- Tiver alergia ao etinilestradiol, acetato de clormadinona ou qualquer componente do medicamento;
- Apresentar sinais de coágulos sanguíneos (dor súbita nas pernas, dor no peito, falta de ar);
- Tiver histórico pessoal ou familiar de problemas em veias ou artérias;
- For ficar imobilizada por longo período (como repouso prolongado) ou for passar por cirurgia (interrompa 4 semanas antes);
- Tiver diabetes descontrolada ou com complicações vasculares;
- Tiver pressão alta não controlada (acima de 140/90 mmHg);
- Sofrer de distúrbios de coagulação (ex: deficiência de proteína C);
- Tiver hepatite ou icterícia com exames hepáticos alterados;
- Teve colestase na gravidez ou com uso de hormônios;
- Tiver síndrome de Dubin-Johnson ou Rotor;
- Tiver ou teve tumor no fígado;
- Sentir dor abdominal intensa, aumento do fígado ou sangramento abdominal;
- Tiver porfiria;
- Tiver ou suspeitar de câncer dependente de hormônios (ex: mama, útero);
- Tiver distúrbios graves de gordura no sangue;
- Teve pancreatite associada a triglicérides elevados;
- Começou a ter enxaqueca recentemente;
- Tiver dores de cabeça fortes, frequentes ou prolongadas;
- Tiver enxaqueca com sintomas neurológicos (aura);
- Apresentar alterações súbitas de visão ou audição;
- Tiver problemas de movimento (como paralisia);
- Notar piora de crises epilépticas;
- Tiver depressão grave;
- Tiver otosclerose que piorou na gravidez;
- Não menstruar sem causa conhecida;
- Tiver hiperplasia endometrial;
- Tiver sangramento vaginal sem causa definida.
Se qualquer uma dessas condições surgir durante o tratamento, interrompa imediatamente o uso.
Não use Cherry se tiver fatores de risco graves para trombose.
Cherry é contraindicado com medicamentos contendo ombitasvir, paritaprevir, ritonavir, dasabuvir, glecaprevir, pibrentasvir, sofosbuvir, velpatasvir ou voxilaprevir.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)