Cuidados ao usar a Prednisolona Proagro em Cães e Gatos

Em pacientes sob corticoterapia expostos a situações de estresse (trauma, cirurgia), recomenda-se aumentar a dose antes, durante e após o evento.

Corticosteroides podem esconder sinais de infecção e novas infecções podem surgir durante o tratamento.

O uso prolongado pode causar catarata, glaucoma, danos ao nervo óptico e aumentar infecções oculares por fungos ou vírus.

Doses médias e altas podem aumentar pressão arterial, reter sódio e água, e aumentar perda de potássio. Esses efeitos são menos comuns com derivados sintéticos, exceto em doses altas.

Altas doses podem causar aumento da pressão, retenção de sal e água, perda de potássio e cálcio. Considere dieta com pouco sal e suplementação de potássio.

Pacientes em corticoterapia não devem ser vacinados. Imunizações não devem ser feitas em altas doses devido ao risco de complicações neurológicas e falta de resposta imune.

Crianças e adultos sob terapia imunossupressora são mais suscetíveis a infecções. Doenças como catapora e sarampo podem ter curso grave ou fatal em não imunes sob corticoterapia.

Evitar exposição a essas doenças. Se exposto, pode ser necessário uso de imunoglobulinas ou antivirais.

Medicamentos imunossupressores podem ativar tuberculose. Médicos devem monitorar para diagnóstico precoce.

O uso em tuberculose ativa deve ser restrito a casos graves, associado a tratamento antituberculose.

Em tuberculose latente, monitorar rigorosamente e considerar quimioprofilaxia.

Na amamentação, a prednisolona passa para o leite. Tomar cuidados ao usar em lactantes.

Filhotes de mães que usaram doses altas na gravidez devem ser observados quanto a problemas adrenais.

Uso prolongado em crianças pode causar obesidade, atraso no crescimento, osteoporose e supressão adrenal.

Risco de insuficiência adrenal ao parar abruptamente após tratamento longo. Reduzir dose gradualmente. Essa insuficiência pode persistir por meses.

Em doenças hepáticas crônicas, reações adversas como fraturas, diabetes, pressão alta, catarata e síndrome de Cushing ocorrem em cerca de 30% dos pacientes.

Em hipotireoidismo ou cirrose, o efeito do corticosteroide aumenta. Usar a menor dose possível. Reduzir gradativamente.

Podem ocorrer distúrbios psíquicos como euforia, insônia, alterações de humor, depressão grave ou psicose.

Cautela em casos de úlcera, problemas renais, pressão alta, osteoporose e miastenia grave.

Monitorar crescimento em filhotes sob uso prolongado.

Monitorar pressão arterial, peso, exames laboratoriais e raio-X regularmente.

Corticoterapia pode alterar quantidade e mobilidade de espermatozoides. Monitorar por até um ano após tratamento prolongado.

Risco na gravidez: C.

Não usar em fêmeas prenhes sem orientação veterinária.

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Podem ser necessários ajustes de dose durante pioras ou melhoras da doença, resposta individual e situações de estresse.

Corticosteroides podem esconder sinais de infecção e novas infecções podem surgir.

Cautela em colite ulcerativa, risco de perfuração, abscessos, infecções, diverticulite, úlcera, problemas renais, pressão alta, osteoporose, miastenia grave.

Efeito aumentado em hipotireoidismo e cirrose.

Podem agravar problemas emocionais ou tendências psicóticas.

Avaliar risco/benefício individualmente.

Uso prolongado pode causar catarata, glaucoma e infecções oculares.

Altas doses podem aumentar pressão, reter sal e água, perder potássio e cálcio. Dieta com pouco sal e suplementação de potássio podem ser necessárias.

Em tuberculose ativa, usar apenas em casos graves com tratamento antituberculose.

Em tuberculose latente, monitorar continuamente e usar quimioprofilaxia.

Usar menor dose possível. Reduzir gradativamente.

Pode alterar quantidade e mobilidade de espermatozoides.

Monitorar por até um ano após tratamento prolongado.

Insuficiência adrenal pode ocorrer ao parar abruptamente. Reduzir gradativamente. Se ocorrer estresse, reiniciar corticoterapia.

Cautela em herpes ocular devido ao risco de perfuração da córnea. Não vacinar durante terapia.

Evitar exposição à catapora ou sarampo. Se exposto, buscar atendimento.

Uso em filhotes

Filhotes em uso prolongado devem ser monitorados para obesidade, atraso no crescimento, baixo cálcio no sangue e redução da produção hormonal.

Filhotes sob imunossupressão são mais suscetíveis a infecções. Catapora e sarampo podem ser graves ou fatais. Evitar exposição. Usar imunoglobulinas ou antivirais se necessário.

Monitorar crescimento e desenvolvimento em recém-nascidos e filhotes sob uso prolongado.

Uso em fêmeas prenhes ou amamentando

Benefícios devem superar riscos. Excretado no leite. Não recomendado durante amamentação. Filhotes de mães que usaram doses altas na gravidez devem ser observados.

Risco na gravidez: C. Não usar sem orientação veterinária.

Durante amamentação, avaliar risco/benefício. Monitorar filhote.

Uso em animais idosos

Cautela, pois são mais suscetíveis a reações adversas.

Uso em animais com problemas de saúde

Em problemas hepáticos, pode ser necessária redução de dose. Em hipotireoidismo e cirrose, efeito aumentado.

Em tuberculose ativa ou suspeita, não usar exceto como adjuvante ao tratamento.

Este medicamento pode causar doping.

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