Quais cuidados devo ter ao usar o Zina ODT?
Comprimido Revestido / Solução Oral
Não se recomenda a utilização de Dicloridrato de Levocetirizina comprimidos em crianças menores de seis (6) anos, já que os comprimidos disponíveis não permitem o ajuste da dose.
Recomenda-se precaução da ingestão concomitante com álcool.
Devido à presença de lactose, os pacientes com raros problemas hereditários de intolerância à galactose, deficiência de Lapp lactase ou má absorção de glicose-galactose, não devem fazer uso de Dicloridrato de Levocetirizina comprimidos.
Devem ser tomadas precauções em pacientes com fatores de predisposição de retenção urinária (por exemplo, lesão da medula espinhal, hiperplasia prostática) uma vez que o Dicloridrato de Levocetirizina pode aumentar o risco de retenção urinária.
Recomenda-se a tomada de precauções do uso de Dicloridrato de Levocetirizina em pacientes com epilepsia e em risco de convulsão uma vez que o Dicloridrato de Levocetirizina pode causar agravamento da convulsão.
Efeitos sobre a Capacidade de Conduzir e Utilizar Máquinas
Estudos clínicos comparativos não demonstraram evidências que o Dicloridrato de Levocetirizina produza alterações da atenção, na capacidade de reação e na habilidade para conduzir veículos ou utilizar máquinas potencialmente perigosas e que exijam atenção. Entretanto, alguns pacientes podem sentir sonolência, fadiga e astenia após o uso de Dicloridrato de Levocetirizina. Por isso, recomenda-se que os pacientes que venham a conduzir máquinas, realizar atividades potencialmente perigosas, ou utilizar máquinas, não devam superar as doses recomendadas, e devam levar em conta sua resposta ao fármaco. Em pacientes sensíveis, o uso concomitante com álcool ou outros depressores do SNC pode produzir uma redução adicional do estado de alerta e do rendimento. Em pacientes sensíveis, o uso concomitante com álcool ou outros depressores do SNC pode produzir uma redução adicional do estado de alerta e do rendimento.
Uso geriátrico
Dicloridrato de Levocetirizina pode ser utilizado por pacientes idosos, com idade acima de 65 anos, desde que se observem as precauções comuns ao mesmo. Em pacientes idosos com insuficiência renal a dose deve ser ajustada de acordo com a necessidade do paciente.
Uso na gravidez e lactação
Os dados disponíveis sobre um número de grávidas avaliadas indicam que a cetirizina não possui efeitos adversos sobre a gravidez ou sobre a saúde do feto ou recém-nascido. Até o momento, não se dispõe de dados epidemiológicos relevantes.
Dados limitados estão disponíveis (dados coletados prospectivamente em menos de 300 casos resultados de gravidez) e estes não revelaram clara relação causal do uso do Dicloridrato de Levocetirizina com malformações nem toxicidade fetal / neonatal. Estudos realizados em animais não indicaram efeitos nocivos diretos ou indiretos sobre a gravidez, desenvolvimento embrionário ou fetal, parto ou desenvolvimento no pós-natal. Devem-se tomar as precauções necessárias ao se prescrever o produto a mulheres grávidas.
Não se recomenda o uso do Dicloridrato de Levocetirizina durante o período de amamentação, pois o Dicloridrato de Levocetirizina pode ser excretada pelo leite materno, a menos que o benefício para a mãe seja maior que qualquer risco teórico para a criança. As reações adversas associadas ao Dicloridrato de Levocetirizina podem ser observadas em lactentes.
Fertilidade
Não existem dados clínicos disponíveis sobre a fertilidade, nem há dados em animais a respeito do efeito do Dicloridrato de Levocetirizina sobre a fertilidade.
Categoria B – Os estudos em animais não demonstraram risco fetal, mas também não há estudos controlados em mulheres grávidas; ou então, os estudos em animais revelaram riscos, mas que não foram confirmados em estudos controlados em mulheres grávidas.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Exclusivo Solução Oral
Metilparabeno e propilparabeno, componentes da formulação de Dicloridrato de Levocetirizina Gotas (solução oral) podem causar reações alérgicas possivelmente tardias.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)