Como usar o Ventavis?
Sempre use Ventavis® (iloprosta) exatamente conforme orientações de seu médico. Ventavis® (iloprosta) deve ser inalado utilizando nebulizadores que transformam a solução de Ventavis® (iloprosta) em uma névoa que você respira pela boca. Siga as instruções do aparelho de nebulização.
Se tiver dúvidas sobre o uso, pergunte ao seu médico.
Instruções de uso do Ventavis® (iloprosta) para iniciar a sessão de inalação:
- Segure a ampola firmemente e quebre o gargalo cuidadosamente;
- Descarte com cuidado a parte superior da ampola;
- Transfira completamente o conteúdo da ampola para o nebulizador imediatamente antes do uso.
Para cada sessão de inalação uma nova ampola de Ventavis® (iloprosta) deve ser utilizada. O conteúdo da ampola deve ser completamente transferido para o nebulizador, imediatamente antes do uso, seguindo as instruções do aparelho de nebulização.
A solução de Ventavis® (iloprosta) que estiver no nebulizador e não for utilizada em uma sessão de inalação deve ser descartada. Siga cuidadosamente as instruções fornecidas pelo fabricante do nebulizador, principalmente àquelas de higiene e limpeza dos nebulizadores.
Ventavis® (iloprosta) não deve ser misturado com outro medicamento devido à ausência de estudos de compatibilidade.
Quando você iniciar a inalação com Ventavis® (iloprosta), seu médico decidirá se haverá necessidade de ajuste de alguma terapia prévia.
Ventavis® (iloprosta) não deve entrar em contato com a pele e os olhos. Para inalação você deve usar um bocal para evitar que Ventavis® (iloprosta) entre em contato com a pele. Não use máscara facial. Não ingira a solução de Ventavis® (iloprosta).
A dose de inalação adequada e a duração do tratamento dependem de cada caso e serão indicadas por seu médico. Em geral, no início do tratamento com Ventavis® (iloprosta), a primeira dose a ser inalada deve ser de 2,5 microgramas de iloprosta (conforme liberado no bocal). Se esta dose for bem tolerada, deve-se aumentar a dose para 5,0 microgramas e mantê-la. Nos casos de baixa tolerabilidade da dose de 5,0 microgramas, a dose deve ser reduzida para 2,5 microgramas.
Dependendo do seu caso, você terá de 6 a 9 sessões de inalação por dia. As sessões de inalação, em geral, podem durar de 4 a 10 minutos.
O conhecimento sobre a resposta de crianças e adolescentes ao tratamento com Ventavis® (iloprosta) é limitado. Se você tem menos de 18 anos, informe seu médico. Ventavis® (iloprosta) não é recomendado para crianças e adolescentes.
Se você tem problema nos rins ou fígado
- Não há necessidade de adaptar a dose em pacientes com problema de rim leve ou moderado (pacientes com depuração de creatinina > 30 mL/min). Pacientes com problema de rim grave (depuração de creatinina ≤ 30 mL/min) não foram investigados nos estudos clínicos com Ventavis® (iloprosta).
- Se você tem problema muito grave nos rins e necessita diálise ou caso você tenha problemas no fígado, seu médico prescreverá Ventavis® (iloprosta) de forma gradual e possivelmente com menos inalações diárias. Inicialmente, deverão ser utilizadas doses de 2,5 microgramas, com intervalos de 3 – 4 horas entre as doses (corresponde à administração máxima de 6 vezes ao dia). A seguir, seu médico poderá cuidadosamente diminuir os intervalos entre as doses dependendo da sua tolerabilidade ao tratamento.
- Se seu médico decidir por um novo aumento da dose, até um máximo de 5,0 microgramas, novamente deve-se optar inicialmente por intervalos de 3 – 4 horas entre as doses, que poderão ser diminuídos de acordo com sua tolerabilidade ao tratamento.
Verifique se o ambiente no qual você realizará a sessão de inalação está bem ventilado, a fim de evitar que outras pessoas entrem em contato acidentalmente com Ventavis® (iloprosta). Se você tiver dúvidas sobre o uso deste medicamento, converse com seu médico.
Duração do tratamento
O tratamento é de longo prazo.
Interrupção do tratamento
Antes de interromper o tratamento com Ventavis® (iloprosta), consulte seu médico.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)