Precauções - Sulfato de Salbutamol EMS

Bula Sulfato de Salbutamol EMS

Princípio ativo: Sulfato de Salbutamol

Classe Terapêutica: Antiasmáticos/DPOC Agonistas B2 Sistêmicos

Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)

Quais cuidados devo ter ao usar o Sulfato de Salbutamol EMS?

O tratamento da asma deve ser acompanhado por um programa adequado, e a resposta do paciente deve ser monitorada clinicamente e por exames da função pulmonar.

O aumento do uso de agonistas de receptores ß2 na forma de inaladores de curta ação promoveu um agravamento da asma. Sob estas condições, o plano de terapia dos pacientes deve ser reavaliado. O agravamento repentino e progressivo do controle da asma é potencialmente uma ameaça à vida e considerações devem ser feitas para se iniciar ou aumentar a terapia com corticosteroides.

Em pacientes considerados em risco, deve ser instituído o monitoramento diário do pico de fluxo.

Os pacientes devem ser alertados para não aumentarem a dose ou a frequência de administração do sulfato de salbutamol solução oral, mesmo que o alívio usual ou a duração de ação diminuam. Caso isso ocorra, procurar orientação médica.

O salbutamol deve ser administrado cautelosamente a pacientes que sofrem de tireotoxicose.

Terapias com agonistas dos receptores ß2 podem resultar em hipocalemia potencialmente séria, principalmente com administração parenteral ou por nebulização.

Precauções especiais devem ser utilizadas em casos de asma grave aguda, pois o efeito do salbutamol pode ser potencializado no tratamento concomitante com derivados da xantina, esteroides, diúreticos e pela hipóxia. Recomenda-se que os níveis de potássio no soro sejam monitorados em qualquer um destes casos.

Do mesmo modo que outros agonistas ß2 adrenérgicos, este medicamento pode induzir alterações metabólicas reversíveis como o aumento dos níveis de glicose sanguínea. O paciente diabético pode ser incapaz de compensar isto e tem sido relatado o desenvolvimento de cetoacidose. A administração concomitante de corticosteroides pode aumentar este efeito.

Uso na gravidez e lactação

A administração de drogas durante a gravidez somente deve ser efetuada se o benefício esperado pela mãe for maior do que qualquer risco ao feto. Raramente foram relatadas anomalias congênitas, incluindo fenda palatina e defeitos nos membros, nos filhos de pacientes tratadas com salbutamol. Algumas das mães estavam tomando medicações múltiplas durante a gravidez. Devido à inconsistência do padrão dos defeitos e à razão para anormalidade congênita ser 2-3%, uma relação com o uso de salbutamol não pode ser estabelecida.

Como o salbutamol é secretado no leite materno, o uso em lactantes não é recomendado.

Não é conhecido qualquer efeito danoso que o salbutamol secretado no leite materno possa trazer ao neonato.

Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.

Informar ao médico se está amamentando.

Pacientes Idosos

Recomenda-se iniciar o tratamento com 5 ml da solução oral (2 mg de salbutamol) três ou quatro vezes ao dia.

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