Quais cuidados devo ter ao usar o Seis-B?
Megadoses (2 a 6 gramas/dia) durante vários meses podem causar neuropatias sensoriais graves.
O cloridrato de piridoxina acelera a degradação da levodopa, reduzindo assim a eficácia desse medicamento. Pacientes em tratamento com levodopa devem receber doses adicionais de Vitamina B6, a não ser que o tratamento com levodopa esteja associado com um inibidor de descarboxilase, quando não se produz a interação.
Doses muito elevadas (2 a 6 gramas/dia) durante vários meses podem causar neuropatias sensoriais.
Durante o tratamento, visite regularmente seu médico e realize os exames complementares solicitados.
Gravidez e lactação
Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Durante a gravidez a sua necessidade de vitaminas está aumentada, entretanto doses excessivas de Piridoxina (vitamina B6) podem prejudicar o bebê. Informe ao médico se está amamentando.
Ingestão concomitante com outras substâncias
O Cloridrato de Piridoxina (vitamina B6) acelera a degradação de levodopa, reduzindo assim a eficácia desse medicamento no tratamento da doença de Parkinson.
A isoniazida, a ciclosserina, etionamida, hidralazina, penicilaminas e imunossupressores são antagonistas de Piridoxina (vitamina B6). O uso prolongado de qualquer dessas drogas pode causar deficiência de Piridoxina (vitamina B6), com conseqüente anemia ou neurite periférica. A administração de Seis-B reduz os efeitos colaterais neurológicos associados ao uso desses medicamentos.
Alterações em exames laboratoriais
O Seis-B pode causar falso-positivo na determinação do urobilinogênio quando se utiliza o reagente de Ehrlich’s.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)