População Especial do Rilotol
Gravidez e amamentação
Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o término com Rilotol, para que ele possa dar as orientações adequadas. Informar ao médico se está amamentando.
Rilotol não deve ser administrado durante a gravidez e amamentação.
Não existe experiência clínica com o uso de riluzol em mulheres grávidas. O riluzol não deve ser utilizado em mulheres grávidas.
Não se sabe se riluzol é excretado no leite humano. O riluzol não deve ser utilizado em mulheres durante a lactação.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.
Insuficiência hepática (redução da função do fígado)
Rilotol deve ser utilizado com cautela em pacientes com histórico de função hepática anormal (alterações no funcionamento do fígado) ou em pacientes com níveis séricos (sanguíneos) de enzimas transaminases (TGO/TGP até 3 vezes o limite superior da normalidade - LSN), de bilirrubina (pigmento amarelo produto da degradação da hemoglobina que é a proteína que transporta o oxigênio desde os pulmões até os tecidos) e/ou de gamaglutamil transferase (GGT) ligeiramente elevados. Elevações no estado basal de vários testes da função hepática (especialmente bilirrubina elevada) devem excluir o uso de riluzol.
Crianças
A segurança e a eficácia de riluzol nos processos neurodegenerativos (doença que causa perda de funções neurológicas) que ocorrem em crianças ou adolescentes ainda não foram estudadas.
Pacientes com função dos rins prejudicada
Não foram realizados estudos com doses repetidas em pacientes com função renal (dos rins) prejudicada.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)