Quais cuidados devo ter ao usar o Pegintron Melanoma?
Alterações psiquiátricas e do Sistema Nervoso Central (SNC)
Pacientes com histórico ou condições psiquiátricas graves
Se a terapia combinada de Alfapeginterferona 2B com ribavirina for necessária em pacientes adultos com histórico ou com condições psiquiátricas graves, o tratamento deve ser iniciado somente após confirmação do diagnóstico individual apropriado e gerenciamento terapêutico da condição psiquiátrica.
O tratamento com interferonas pode estar associado a sintomas de distúrbios psiquiátricos em pacientes infectados com HCV e com ocorrência concomitante de distúrbios psiquiátricos e uso de substâncias. Se a terapia com interferonas for necessária em pacientes com histórico ou com condições psiquiátricas graves ou distúrbios com uso de substâncias, para alcançar sucesso na aderência ao tratamento com interferonas, o adequado gerenciamento terapêutico dos sintomas psiquiátricos e do uso de substância requer estratégia de triagem individualizada e monitoramento freqüente dos sintomas psiquiátricos. É recomendada a intervenção precoce para o ressurgimento ou desenvolvimento de sintomas neuropsiquiátricos e uso de substâncias.
Se forem observados efeitos neuropsiquiátricos graves, especialmente depressão, a terapia combinada de Alfapeginterferona 2B deve ser descontinuada. Efeitos graves sobre o SNC, principalmente depressão e pensamentos homicidas, foram observados em pacientes tratados com Alfapeginterferona 2B e, pensamentos suicidas ou homicidas, suicídio e tentativa de suicídio foram observados em pacientes durante a terapia combinada de Alfapeginterferona 2B.
Outros efeitos sobre o SNC, manifestados por comportamento agressivo, às vezes dirigido a outros, psicose incluindo alucinações, confusão e outras alterações do nível de consciência também foram observados. Esses efeitos adversos ocorreram em pacientes adultos tratados com doses recomendadas, bem como naqueles em uso de altas doses de alfainterferona.
Perda de consciência mais significativa e coma, incluindo casos de encefalopatia, foram observadas em alguns pacientes, geralmente mais velhos, tratados com doses mais altas de alfainterferona 2b. Embora esses efeitos sejam geralmente reversíveis, duraram até 3 semanas em alguns pacientes.
Foram raros os relatos de epilepsia com altas doses de alfainterferonas.
Se os pacientes desenvolverem alterações psiquiátricas ou do SNC, inclusive depressão, é recomendável que sejam acompanhados cuidadosamente durante o tratamento e no período de acompanhamento por 6 meses. A gravidade potencial desses efeitos indesejáveis deve ser levada em conta na prescrição. Se os sintomas psiquiátricos persistirem ou piorarem, ou forem identificadas ideias suicidas ou homicidas ou comportamento agressivo, recomenda-se descontinuar a terapia combinada de Alfapeginterferona 2B com ribavirina e encaminhar o paciente para tratamento psiquiátrico apropriado.
Sistema cardiovascular
Assim como com a alfainterferona, pacientes com histórico de insuficiência cardíaca congestiva, infarto agudo do miocárdio e/ou arritmias cardíacas anteriores ou atuais recebendo Alfapeginterferona 2B exigem acompanhamento cuidadoso.
Recomenda-se que pacientes com anormalidades cardíacas preexistentes sejam submetidos a eletrocardiogramas antes e durante o tratamento. Arritmias cardíacas (principalmente supraventriculares) geralmente respondem à terapia convencional, mas podem exigir a descontinuação de Alfapeginterferona 2B.
Hipersensibilidade aguda
Raramente foram observadas reações de hipersensibilidade aguda (p. ex., urticária, angioedema, broncoconstrição, anafilaxia) à alfainterferona 2b durante sua administração. Se uma dessas reações ocorrer durante o tratamento com Alfapeginterferona 2B, deve-se descontinuar o tratamento e introduzir imediatamente a terapia clinicamente indicada. Erupções cutâneas transitórias não necessitam de interrupção do tratamento.
Função Hepática
Alfapeginterferona 2B aumenta o risco de descompensação hepática e morte em pacientes com cirrose. Assim como nos tratamentos com qualquer interferona, deve-se descontinuar o tratamento com Alfapeginterferona 2B em pacientes que desenvolverem prolongamento dos marcadores de coagulação que possam indicar descompensação hepática.
Deve-se monitorar a função hepática por meio dos níveis de bilirrubina sérica, ALT (alanina aminotransferase), AST (aspartato aminotransferase), fosfatase alcalina e LDH (lactato desidrogenase) nas semanas 2, 8 e 12 semanas após o início de Alfapeginterferona 2B, e então a cada 6 meses, enquanto o paciente receber Alfapeginterferona 2B. Descontinuar permanentemente Alfapeginterferona 2B na evidência de dano hepático grave (grau 3) ou de descompensação hepática (pontuação Child-Pugh > 6 [classes B e C]).
Fígado/rins – rejeição de transplante
Não foram estudadas a segurança e a eficácia de Alfapeginterferona 2B ou da combinação de Alfapeginterferona 2B com ribavirina no tratamento de hepatite C em pacientes com fígado ou outro órgão transplantado.
Dados preliminares indicam que a terapia com alfainterferona pode estar associada a aumento da taxa de rejeição no transplante de rins. Rejeição de fígado transplantado também foi relatada, mas não foi estabelecida uma relação casual com terapia de alfainterferona.
Febre
Embora a febre possa estar associada com a síndrome semelhante à gripe, descrita comumente durante tratamento com interferona, outras causas de febre persistente precisam ser excluídas.
Hidratação
Deve-se manter uma hidratação adequada em pacientes tratados com Alfapeginterferona 2B porque, em alguns pacientes tratados com alfainterferona, observou-se hipotensão relacionada à redução hídrica, portanto pode haver necessidade de reposição hídrica.
Alterações pulmonares
Raramente se observaram infiltrados pulmonares, pneumonite, pneumonia e até mesmo óbito, em pacientes tratados com a alfainterferona. Devem ser feitas radiografias torácicas em qualquer paciente que desenvolva febre, tosse, dispneia ou outros sintomas respiratórios. Se forem observadas infiltrações pulmonares, ou se houver evidência de comprometimento da função pulmonar, o paciente deverá ser monitorado cuidadosamente e, se necessário, o tratamento com Alfapeginterferona 2B deverá ser interrompido.
A interrupção imediata da terapia e o tratamento com corticosteroides estão associados à melhora dos efeitos adversos pulmonares.
Alterações oculares
Distúrbios oftalmológicos, inclusive hemorragias de retina, exsudatos algodonosos e obstrução de artéria ou veia da retina, foram descritos em raras circunstâncias depois do tratamento com alfainterferona.
Todos os pacientes devem realizar exames oftalmológicos. Qualquer paciente que se queixe de sintomas oculares, como perda da acuidade visual ou do campo visual, deve ser submetido a exame oftalmológico imediato e completo.
Como esses eventos oculares podem ocorrer em conjunto com outras doenças, são recomendados exames oftalmológicos periódicos durante o tratamento com Alfapeginterferona 2B em pacientes com distúrbios que possam ser associados à retinopatia, como diabete mellitus ou hipertensão. Deve-se considerar a descontinuação do tratamento com Alfapeginterferona 2B em pacientes que desenvolverem novos distúrbios oftalmológicos ou agravamento desses.
Outras
Em virtude de relatos de exacerbação da doença psoriásica preexistente e sarcoidose, o uso de Alfapeginterferona 2B em pacientes com psoríase ou sarcoidose é recomendado apenas se o benefício justificar o risco.
Exames laboratoriais
Exames hematológicos padrão, bioquímica sanguínea e provas de função tireoidiana são recomendados para todos os pacientes antes do tratamento com Alfapeginterferona 2B.
Os valores basais aceitáveis que podem ser considerados como orientação são:
- Plaquetas > 100.000/mm3.
- Número absoluto de neutrófilos > 1.500/mm3.
- Nível de Hormônio Tireoestimulante (TSH) dentro dos limites normais.
Os exames laboratoriais devem ser feitos na 2a e na 4a semanas da terapia e periodicamente durante o tratamento da maneira clinicamente apropriada.
Efeitos sobre a habilidade de dirigir e operar máquinas
Pacientes que desenvolvam fadiga, sonolência ou confusão durante o tratamento com Alfapeginterferona 2B devem ser orientados a evitar dirigir ou operar máquinas.
Atenção: Este medicamento contém Açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes.
Pó Liofilizado 80/100/120 mcg
Doenças Autoimunes
O desenvolvimento de auto-anticorpos foi relatado durante o tratamento com a alfainterferona. As manifestações clínicas da doença autoimune podem ocorrer mais frequentemente em pacientes com predisposição ao desenvolvimento de distúrbios autoimunes, durante a terapia com interferona.
Alterações tireoidianas
Raramente os pacientes tratados de hepatite C crônica com alfainterferona desenvolveram anormalidades tireoidianas, quer seja hipo ou hipertireoidismo. Se durante o curso da terapia o paciente desenvolver sintomas de uma possível disfunção da tireoide, deve-se determinar os níveis de TSH. Na presença da disfunção tireoidiana, o tratamento com Alfapeginterferona 2B poderá ser mantido, se for possível manter os níveis de TSH dentro dos limites normais pelo uso de medicação.
Distúrbios dentários e periodintais
Distúrbios dentais e periodontais têm sido relatados por pacientes recebendo tratamento combinado de peginterferona com a ribavirina. Relatou-se, também, que a boca seca teve um efeito prejudicial nos dentes e membrana mucosa oral durante o tratamento de longa duração dessa combinação. Os pacientes devem escovar cuidadosamente os dentes duas vezes por dia e fazer exames odontológicos regularmente.
Alguns pacientes também relataram vômito e foram orientados a enxaguar cuidadosamente a boca após a sua ocorrência.
Distúrbios metabólicos
Como foram observados hipertrigliceridemia e agravamento desta, às vezes graves, recomenda-se monitorizar os níveis lipídicos.
Co-infecção por HCV e HIV
Em pacientes co-infectados por HCV e HIV com contagem de CD4 menor que 200 células/mL, os dados disponíveis de segurança e eficácia (n = 25) são limitados. Portanto, deve-se ter cautela no tratamento de pacientes com baixa contagem de CD4.
Consulte a bula do medicamento antiretroviral a ser administrado concomitantemente para conhecimento e manejo da toxicidade específica de cada produto e o potencial de sobreposição de toxicidade com Alfapeginterferona 2B e ribavirina.
Uso durante a gravidez e a lactação
Categoria C.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Monoterapia
A alfainterferona 2b se mostrou abortiva em primatas. É provável que Alfapeginterferona 2B também provoque esses efeitos. Como não existem dados sobre o uso de Alfapeginterferona 2B em gestantes, seu uso não é recomendado durante a gravidez.
Alfapeginterferona 2B é recomendado para uso em mulheres em idade fértil somente se estiverem realizando contracepção eficaz durante o período de tratamento.
Não se sabe se os componentes desse produto são excretados no leite humano. Portanto, deve-se optar entre interromper o tratamento ou o aleitamento materno considerando a importância do medicamento para a mãe.
Terapia combinada
A terapia combinada de Alfapeginterferona 2B com ribavirina não deve ser utilizada durante a gravidez.
Teratogenia significativa e/ou potencial embriocida foram demonstrados para a ribavirina em todas as espécies animais em que se conduziram estudos adequados, ocorrendo em doses correspondentes a apenas 1/20 da dose humana recomendada.
Foram observadas malformações no crânio, palato, olhos, maxila, membros, esqueleto e trato gastrintestinal. A incidência e a gravidade dos efeitos teratogênicos aumentam de acordo com o aumento da dose de ribavirina. A sobrevivência dos fetos e da prole foi reduzida.
Pacientes do sexo feminino
A ribavirina não deve ser utilizada por mulheres grávidas.
Deve-se tomar extremo cuidado para evitar gravidez. A terapia com ribavirina não deve ser iniciada até que se tenha obtido um teste negativo de gravidez.
Deve ser utilizado método contraceptivo efetivo pela mulher e seu parceiro durante e após 6 meses da conclusão do tratamento; como rotina, é necessária a realização mensal de testes de gravidez. Se ocorrer gravidez durante o tratamento ou nos 6 meses posteriores à conclusão deste, a paciente deve ser avisada sobre o risco significativo de teratogênese devido à ribavirina.
Pacientes do sexo masculino e suas parceiras
Deve-se tomar extremo cuidado para evitar gravidez de parceiras de pacientes do sexo masculino em tratamento com ribavirina. Há um acúmulo intracelular de ribavirina que é lentamente depurada no organismo. Em estudos animais, a ribavirina produz alterações no esperma em doses abaixo da clínica. Não se sabe se a ribavirina contida no esperma pode exercer um efeito teratogênico sobre a fertilização do óvulo.
Pacientes do sexo masculino devem ser aconselhados a utilizar um método contraceptivo efetivo durante o tratamento e 6 meses após a conclusão do mesmo. O tratamento com Alfapeginterferona 2B em combinação com ribavirina é recomendado para mulheres férteis apenas se estiverem utilizando métodos contraceptivos efetivos durante o período de tratamento.
Lactação
Não se sabe se a alfapeginterferona 2b em combinação com ribavirina é excretada no leite humano. Devido ao potencial de causar efeitos adversos nos bebês, o aleitamento materno deverá ser descontinuado antes do início do tratamento.
Uso em insuficiência renal
Pacientes com insuficiência renal crônica ou com depuração de creatinina < 50 mL/min não deverão ser tratados com Alfapeginterferona 2B.
É aconselhável que a função renal seja avaliada em todos os pacientes antes do início do tratamento com Alfapeginterferona 2B. Recomenda-se que aqueles com comprometimento significativo da função renal sejam acompanhados cuidadosamente e que a dose semanal de Alfapeginterferona 2B seja reduzida, se clinicamente indicado. Se o nível de creatinina sérica aumentar para > 2 mg/dL, a terapia com Alfapeginterferona 2B deverá ser descontinuada.
Uso em insuficiência hepática
A segurança e a eficácia da terapia com Alfapeginterferona 2B não foram avaliadas em pacientes com disfunção hepática grave e, portanto, Alfapeginterferona 2B não deve ser usado por esses pacientes.
Uso em pacientes idosos (com 65 anos de idade ou mais)
Não existe relação aparente entre a idade e a farmacocinética de Alfapeginterferona 2B. Entretanto, assim como em pacientes mais jovens, deve-se determinar a função renal antes da administração de Alfapeginterferona 2B.
Uso em pacientes abaixo dos 18 anos de idade
Alfapeginterferona 2B não é recomendado para uso em crianças ou adolescentes com menos de 18 anos de idade, uma vez que a segurança e a eficácia não foram avaliadas nesses grupos.
Pó Liofilizado 200/300 mcg
Endocrinopatias
A alfapeginterferona 2b pode causar o aparecimento ou agravamento de hipotiroidismo, hipertiroidismo, e diabetes mellitus. No estudo clínico, 1% dos pacientes desenvolveu hipotiroidismo; a incidência global de distúrbios endócrinos foi de 2% no grupo de pacientes tratados com Alfapeginterferona 2B comparado a < 1% no grupo de pacientes em observação.
Deve-se obter os níveis de TSH 4 semanas antes de se iniciar o tratamento com Alfapeginterferona 2B, nos meses 3 e 6 após o início e então a cada 6 meses subsequentemente, enquanto o paciente receber Alfapeginterferona 2B. Descontinuar permanentemente Alfapeginterferona 2B em pacientes que desenvolverem hipotiroidismo, hipertiroidismo ou diabetes mellitus que não possam ser efetivamente tratados.
Gravidez
Categoria de risco - C.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
A alfainterferona 2b se mostrou abortiva em primatas. É provável que Alfapeginterferona 2B também provoque esses efeitos. Como não existem dados sobre o uso de Alfapeginterferona 2B em gestantes, seu uso não é recomendado durante a gravidez.
Alfapeginterferona 2B é recomendado para uso em mulheres em idade fértil somente se elas estiverem utilizando métodos de contracepção eficazes durante o período de tratamento.
Lactação
Não é conhecido se os componentes deste medicamento são excretados no leite humano. Portanto, a decisão a ser tomada em relação à descontinuação do tratamento ou da amamentação deve levar em consideração a importância do medicamento para a mãe.
Uso pediátrico
A segurança e a eficácia de Alfapeginterferona 2B nesses pacientes não foram avaliadas. Alfapeginterferona 2B não é recomendado para uso em crianças e adolescentes com idade abaixo de 18 anos.
Uso em idosos
Os estudos clínicos de Alfapeginterferona 2B não incluíram um número suficiente de indivíduos com 65 anos de idade ou mais para determinar se eles respondem diferentemente dos indivíduos mais jovens.
Insuficiência (ou comprometimento) renal
Foram conduzidos estudos em indivíduos com insuficiência renal em duas doses: 1,0 mcg/kg e 4,5 mcg/kg.A depuração renal é responsável por 30% da depuração total de alfapeginterferona 2b.
Em cada um dos estudos de dose única com 1,0 mcg/kg e 4,5 mcg/kg em pacientes com comprometimento da função renal, a Cmáx, a AUC e a meia-vida aumentaram em relação ao grau de comprometimento renal.
Após doses múltiplas de alfapeginterferona 2b Solução para Injeção (1 mcg/kg, subcutaneamente, administradas toda semana, por quatro semanas) a depuração de alfapeginterferona 2b é reduzida em média 17% em indivíduos com insuficiência renal moderada (depuração de creatinina 30-49 mL/min/1,73 m2 ) e em média 44% em indivíduos com insuficiência renal grave (depuração de creatinina 10-29 mL/min/1,73 m2 ) comparada a indivíduos com função renal normal.
A depuração foi similar em pacientes com insuficiência renal grave que não estavam em diálise e em pacientes que estavam em hemodiálise.
O aumento da exposição após uma dose de 4,5 μg/kg em pacientes com comprometimento renal moderado e grave foi similar ao observado após dose de 1,0 μg/kg/semana, sugerindo que a magnitude do impacto não é dependente da dose.
Portanto, a dose de Alfapeginterferona 2B deve ser reduzida para 25% e 50% em pacientes com insuficiência renal moderada e grave, respectivamente.
Insuficiência (ou comprometimento) hepática(o)
A farmacocinética da alfapeginterferona 2b não foi avaliada em pacientes com disfunção hepática. Assim, Alfapeginterferona 2B não deve ser usado nesses pacientes.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)