Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Noctal?
As reações adversas mais comumente observadas foram sonolência, hipocinesia (movimentos diminuídos ou lentos da musculatura do corpo), tontura e coordenação anormal.
Reações adversas associadas à descontinuação do tratamento
- A reação adversa mais comum associada à descontinuação do medicamento foi sonolência.
- Outras reações menos comuns foram: cefaleia (dor de cabeça), astenia (fraqueza), hipocinesia (movimentos diminuídos ou lentos da musculatura do corpo), nervosismo, tontura, náusea, mal estar, dor em extremidades inferiores, ressaca, coordenação anormal, dor nas costas, dor no corpo, confusão, depressão, sonhos anormais, dispepsia (indigestão), pensamentos anormais, sintomas gripais, dor abdominal, dor no peito, rigidez, faringite e prurido.
Outros eventos adversos
Além dos eventos adversos já mencionados acima, a lista a seguir mostra outros eventos adversos que ocorreram em estudos clínicos.
Todos os eventos adversos ocorridos durante o tratamento com estazolam não foram necessariamente causados pelo fármaco.
- Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): constipação (prisão de ventre), boca seca, ansiedade.
- Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): reação alérgica, resfriado, febre, dor no pescoço e dor nas extremidades superiores, eritema (vermelhidão), palpitação, diminuição do apetite, flatulência, gastrite, aumento do apetite, vômito, sede, artrite, episódios de contrações musculares intensas, mialgia (dor muscular), agitação, amnésia (perda de memória), apatia, labilidade emocional, euforia, hostilidade, parestesia (sensações cutâneas como frio, calor, formigamento) convulsão, distúrbio do sono, estupor, tique nervoso, asma, tosse, dispneia, rinite, sinusite, eritema cutâneo (vermelhidão da pele) , transpiração, urticária, visão anormal, dor auricular, irritação ocular, dor ocular, inchaço nos olhos, paladar alterado, fotofobia (sensibilidade ou aversão a qualquer tipo de luz), zumbidos, episódios para urinar frequentes, cólicas menstruais, retardamento miccional involuntário, incontinência urinária e corrimento vaginal com prurido.
- Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): edema, dor na mandíbula, inchaço no peito, arritmia, síncope (desmaio), enterocolite (inflamação do intestino), melena (fezes com sangue), ulcerações na boca, nódulo tireoideano, leucopenia (diminuição de glóbulos brancos do sangue), púrpura (aparecimento de descolorações vermelhas ou arroxeadas na pele), inchaço de nódulos linfáticos, aumento da enzima do fígado TGO, ganho ou perda de peso, artralgia (dor nas articulações), ataxia (falta de coordenação nos movimentos), parestesia perioral, diminuição da libido, diminuição dos reflexos, alucinações, neurite (inflamação nos nervos), nistagmo (oscilações repetidas e involuntárias rítmicas de um ou ambos os olhos), tremor, epistaxe (sangramento no nariz), respiração acelerada, laringite, acne, pele seca, audição diminuída, diplopia, escotomas (alteração do campo visual), hematúria (sangue na urina), noctúria (urina noturna), oligúria (volume menor de urina), corrimento peniano e incontinência urinária.
Pequenas alterações dos padrões da eletroencefalografia (EEG), geralmente atividades rápidas de baixa voltagem foram observadas em pacientes durante a terapia ou descontinuação de estazolam e não se conhece a significância clínica destes eventos.
Eventos adversos pós-comercialização
Relatos voluntários com estazolam incluem raras ocorrências de fotossensibilidade, síndrome de Stevens-Johnson e agranulocitose (alteração do sangue). Devido à origem não controlada destes relatos espontâneos, a relação causal com estazolam não pode ser determinada.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)