Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Lactato de Milrinona Fresenius Kabi?
- Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).
- Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).
- Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).
- Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).
- Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).
- Desconhecido: não pode ser estimado a partir dos dados disponíveis.
Alterações no sistema sanguíneo e linfático (sistema onde circula o sangue e a linfa)
- Incomum: trombocitopenia (redução do número de plaquetas no sangue), na população adulta.
- Desconhecida: trombocitopenia, na população pediátrica. Em bebês e crianças, quanto maior o tempo de infusão intravenosa, maior é o risco de trombocitopenia. Os dados clínicos sugerem que a trombocitopenia relacionada com a milrinona é mais comum em crianças do que em adultos, mas a frequência exata não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis.
Alterações metabólicas e nutritivas
- Incomum: hipocalemia (redução dos níveis de potássio no sangue).
Alterações do sistema nervoso
- Comum: dor de cabeça.
- Incomum: tremor.
- Desconhecida: hemorragia intraventricular (sangramento nas áreas preenchidas de líquido (ventrículos) do cérebro).
Alterações cardiovasculares (do coração e do sangue)
- Comum: atividade ectópica ventricular (batimentos irregulares do coração); taquicardia ventricular (aumento da frequência cardíaca) sustentada ou não sustentada; arritmias supraventriculares (alteração na frequência e no ritmo dos batimentos do coração); hipotensão (pressão baixa).
- Incomum: fibrilação ventricular (alteração grave nos batimentos do coração); angina (dor no peito).
- Muito rara: torsades de pointes (tipo de alteração grave nos batimentos do coração).
Não foi estabelecida a relação entre a incidência de arritmia supraventricular e ventricular com o nível plasmático de milrinona. As arritmias que representam perigo para a vida estão muitas vezes associadas a certos fatores subjacentes, tais como arritmias preexistentes, alterações metabólicas (ex: hipocalemia), níveis elevados de digoxina no sangue (medicamento utilizado no tratamento de problemas do coração) ou cateterizações. Dados clínicos sugerem que arritmias relacionadas à milrinona são menos comuns em crianças do que em adultos.
Alterações respiratórias, torácicas e do mediastino
- Muito rara: broncoespasmo (contração dos brônquios levando a chiado no peito).
Alterações hepatobiliares (alterações no fígado e na produção e fluxo da bile)
- Incomum: alteração nos testes da função do fígado.
Alterações dermatológicas (na pele)
- Muito rara: reações cutâneas, ex: rash (erupção na pele).
Alterações renais e urinárias
- Desconhecido: Insuficiência (redução da função) nos rins, devida a uma hipotensão (pressão baixa) concomitante.
Alterações gerais e no local de administração
- Desconhecido: reações no local da infusão.
- Muito rara: choque anafilático (reação alérgica grave que requer tratamento urgente).
Alterações genéticas, congênitas e familiares
- Desconhecido: canal arterial persistente (tipo de malformação congênita no coração), que pode levar a insuficiência cardíaca.
Informe ao seu médico, ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do serviço de atendimento.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)