Como usar o Fycompa?
Fycompa® deve ser administrado, por via oral, uma vez ao dia antes de dormir. Os comprimidos podem ser ingeridos com ou sem alimento.
Fycompa® pode ser tomado com ou sem alimento.
O comprimido deve ser engolido inteiro com um copo d’água. Não mastigue, triture ou divida o comprimido.
Este medicamento não deve ser mastigado, triturado ou dividido.
Se você tem problemas leves ou moderados no fígado, sua dose não deve ser maior do que 8 mg por dia e o aumento da dose deve acontecer pelo menos a cada 2 semanas.
Seu médico pode reduzir a sua dose lentamente para evitar que seus ataques (convulsões) voltem ou piorem.
Tome Fycompa® exatamente como seu o médico lhe orientou.
Dose recomendada
Adultos e adolescentes
O tratamento com Fycompa® deve ser iniciado a uma dose de 2 mg/dia.
- A dose inicial usual é de 2 mg uma vez ao dia antes de dormir.
- Seu médico pode aumentar a dose em etapas de 2 mg até uma dose de manutenção entre 4 e 8 mg – dependendo da sua resposta ao tratamento. Deve haver pelo menos um intervalo de uma semana entre os aumentos de dose.
- Dependendo da sua resposta ao tratamento com a dose de 8 mg/dia, a dose pode ser aumentada a cada 2 mg/dia até 12 mg/dia.
- Não tome Fycompa® mais do que o recomendado pelo seu médico. Pode levar algumas semanas até que o seu médico encontre a dose certa de Fycompa® para você.
A dose máxima recomendada diária é de 12 mg.
As doses de Fycompa® de 4 a 12 mg/dia demonstraram ser efetivas em convulsões de início parcial.
Convulsão tônico-clônica generalizada primária
O tratamento com Fycompa® deve ser iniciado com uma dose de 2 mg/dia.
Seu médico pode aumentar a dose em etapas de 2 mg até uma dose de manutenção entre 4 e 12 mg/dia – dependendo da sua resposta ao tratamento. Deve haver pelo menos um intervalo de no mínimo uma semana entre os aumentos de dose.
A dose de Fycompa® deve ser gradualmente reduzida para interrupção do tratamento.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)