Como a dipirona funciona?
Resultados de eficácia
Comprimido efervescente
Estudo mostrou superioridade da dipirona sobre placebo em crises de enxaqueca.
Outro estudo comparou dipirona com ácido acetilsalicílico (AAS) em cefaleia tensional, mostrando eficácia analgésica.
Comprimido simples
Estudo comparou dipirona com paracetamol em febre tifóide, mostrando efeito antipirético superior.
Estudos confirmaram eficácia analgésica em enxaqueca e cefaleia tensional.
Solução oral 50 mg/mL
Estudo comparou com paracetamol em crianças febris, mostrando efeito antipirético mais prolongado.
Solução oral 500 mg/mL
Estudo comparou com ibuprofeno e paracetamol em crianças febris, mostrando maior normalização da temperatura.
Estudo em dor pós-episiotomia mostrou eficácia analgésica.
Solução injetável
Estudos mostraram eficácia em cefaleia tensional e enxaqueca.
Supositório
Estudo comparou com nimesulida em dor pós-operatória pediátrica, mostrando eficácia similar.
Características Farmacológicas
Mecanismo de ação
Derivado pirazolônico com efeitos analgésico, antipirético e espasmolítico. Age por múltiplos mecanismos, incluindo possível inibição de ciclo-oxigenase.
Farmacocinética
Após administração oral, é convertida em metabólitos ativos. Biodisponibilidade ~90%. Ligação a proteínas plasmáticas varia entre metabólitos. Eliminada principalmente pela urina. Meia-vida de metabólitos: 2,7 a 11,2 horas. Pode acumular em idosos e pacientes com disfunção hepática/renal.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)