Como age no organismo?
Estudos de eficácia
Comprimidos
Estudo com 335 pacientes com Parkinson mostrou melhora significativa dos sintomas motores com doses médias de 3,8 mg/dia. Benefício manteve-se por 6 meses. Efeitos colaterais comuns: náusea, insônia, prisão de ventre, sonolência e alucinações.
Resultados
Pacientes em tratamento combinado com levodopa tiveram redução de 37% nos sintomas. O remédio aumentou o tempo "on" (períodos de bom controle motor) em 1,7 hora/dia.
Parkinson
Eficácia mantida por 6 meses em estudos controlados e por mais de 3 anos em estudos abertos.
Síndrome das Pernas Inquietas
Estudos com 1.000 pacientes comprovaram eficácia por 12 semanas, mantida por 9 meses. Eficácia sustentada por mais de 1 ano.
Referências Bibliográficas
1- Shannon KM et al. Neurology 1997;49:724-728
2- Pinter MM et al. J Neurol Neurosurg Psychiatry 1999;66:436-441
3- Oertel W et al. 2005 (U05-1394-01)
Comprimidos de liberação prolongada
Estudos comparativos mostraram eficácia equivalente à versão de liberação imediata, com menor taxa de efeitos colaterais (54,9% vs 64%).
Parkinson
Eficácia mantida por mais de 6 meses. Troca da versão comum para liberação prolongada foi bem tolerada em 84% dos pacientes.
Referências Bibliográficas
1. Schapira A et al. Mov Disord 2009;24:S277-S278
2. Poewe W et al. Mov Disord 2009;24:S273
3. Dansirikul C et al. PAGE 2009
4. Lilienthal J et al. (U99-1608)
5. Debove-Debieuvre C et al. (U08-1964-01)
Características farmacológicas
Mecanismo de ação
Agonista dopaminérgico que ativa principalmente receptores D2/D3. Alivia sintomas motores do Parkinson e protege neurônios.
Farmacocinética
Absorção rápida e completa (>90%). Concentração máxima em 1-3 horas. Pouco ligado a proteínas. Eliminado principalmente pelos rins (80%). Meia-vida de 8-12 horas.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)