Como Constante age no corpo?
Resultados de Eficácia
Estudos Clínicos
Ansiedade
Alprazolam foi superior ao placebo em estudos de 4 semanas em pacientes com ansiedade, medido por escalas de avaliação clínica.
Síndrome do Pânico
Três estudos mostraram que alprazolam é eficaz contra síndrome do pânico. A dose média foi 5-6 mg/dia, com até 83% dos pacientes sem ataques de pânico. Pacientes continuaram se beneficiando por até 8 meses.
Referências Bibliográficas
1. ELIE, R.; LAMONTAGNE, Y. Alprazolam and Diazepam in the Treatment of Generalized Anxiety. Journal of Clinical Psychopharmacology, v. 4, n. 3, 1984.
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3. SHEEHAN, D. V.; RAJ, A. B.; HARNETT-SHEEHAN, K.; SOTO, S.; KNAPP, E. The relative efficacy of high-dose buspirone and alprazolam in the treatment of panic disorder: a double-blind placebo-controlled study. Acta Psychiarica Scandinavica, v. 88, n.1, p. 1-11, 1993.
4. LYDIARD, R.; LESSER, I; BALLENGER, J; RUBIN, R.; LARAIA, M.; DUPONT, R. A Fixed-Dose Study of Alprazolam 2 mg, Alprazolam 6 mg, and Placebo in Panic Disorder. Journal of Clinical Psychopharmacology, v. 12, n. 2, 1992.
Características Farmacológicas
Farmacodinâmica
Benzodiazepínicos como alprazolam atuam ligando-se a receptores no sistema nervoso. Causam efeito calmante que varia de leve sonolência até sono.
Farmacocinética
Absorção
Alprazolam é absorvido rapidamente após ingestão. O pico no sangue ocorre em 1-2 horas. Meia-vida média é 11,2 horas em adultos saudáveis, mas pode ser maior em idosos (16,3h) ou pessoas com problemas hepáticos (19,7h). Pode atravessar a placenta e passar para leite materno.
Dados de segurança pré-clínica
Mutagênese
Não causou mutações em testes laboratoriais.
Câncer
Estudos de 2 anos não mostraram evidência de potencial cancerígeno.
Fertilidade
Não afetou fertilidade em ratos em doses até 25 vezes a humana.
Olhos
Em ratos, observou-se aumento de catarata e alterações na córnea após 11 meses de tratamento com altas doses.
Anestésicos
Remédios que atuam no sistema nervoso podem causar danos cerebrais em animais jovens. Não se sabe se ocorre em humanos.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)