Como usar - Cloridrato de Ranitidina Xarope Biosintética - Aché

Bula Cloridrato de Ranitidina Xarope Biosintética - Aché

Princípio ativo: Cloridrato de Ranitidina

Classe Terapêutica: Antagonistas Receptores H2

Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)

Como usar o Cloridrato de Ranitidina Xarope Biosintética - Aché?

  1. Retirar a tampa para abrir o frasco. (fig. 1)
  2. Inserir o conta-gotas no frasco.
  3. Pressionar o bulbo do conta-gotas para que o medicamento entre na cânula do mesmo. (fig 2)
  4. Direcionar o conta-gotas para o canto da boca do paciente, contando o número de gotas a serem administradas. (fig. 3)
  5. Caso permaneça produto na cânula, volte o conta-gotas para o frasco e pressione o bulbo até esvaziar totalmente a cânula.
  6. Fechar o frasco.

Úlcera duodenal

A dose recomendada de Cloridrato de Ranitidina para cicatrização em crianças a partir de 1 mês de idade, com úlceras duodenais ativas é de 2 a 4 mg/Kg de 12 em 12 horas. A dose máxima é 300 mg/dia.

Tratamento de manutenção de úlcera duodenal

A dose recomendada de Cloridrato de Ranitidina para o tratamento de manutenção de cicatrização de úlceras duodenais em crianças a partir de 1 mês de idade é de 2 a 4 mg/Kg em dose única diária. A dose máxima é 150 mg/dia.

Esofagite erosiva e Doença do Refluxo Gastroesofágico

Embora os estudos sejam limitados para tais condições em pacientes pediátricos, com base nos dados da literatura, a dose recomendada para o tratamento destas condições é 2,5 a 5 mg/kg de 12 em 12 horas.

Úlcera gástrica

A dose recomendada de Cloridrato de Ranitidina para cicatrização em crianças com úlceras gástricas é de 2 a 4 mg/kg de 12 em 12 horas. A dose máxima é 300 mg/dia.

Tratamento de Manutenção de úlcera gástrica

A dose recomendada de Cloridrato de Ranitidina para o tratamento de manutenção de cicatrização de úlceras gástricas em crianças é de 2-4 mg/kg em dose única diária. A dose máxima é 150 mg/dia.

Indicação

Peso

Posologia

Úlcera gástrica e duodenal: tratamento agudo

3kg

3 a 6 gotas de 12 em 12 horas

4kg

4 a 8 gotas de 12 em 12 horas

5kg

5 a 10 gotas de 12 em 12 horas

6kg

6 a 12 gotas de 12 em 12 horas

7kg

7 a 14 gotas de 12 em 12 horas

8kg

8 a 16 gotas de 12 em 12 horas

9kg

9 a 18 gotas de 12 em 12 horas

10kg

10 a 20 gotas de 12 em 12 horas

Úlcera gástrica e duodenal: tratamento de manutenção

3kg

3 a 6 gotas em dose única diária

4kg

4 a 8 gotas em dose única diária

5kg

5 a 10 gotas em dose única diária

6kg

6 a 12 gotas em dose única diária

7kg

7 a 14 gotas em dose única diária

8kg

8 a 16 gotas em dose única diária

9kg

9 a 18 gotas em dose única diária

10kg

10 a 20 gotas em dose única diária

Esofagite erosiva e doença de refluxo gastroesofágico

3kg

4 a 8 gotas de 12 em 12 horas

4kg

5 a 10 gotas de 12 em 12 horas

5kg

7 a 13 gotas de 12 em 12 horas

6kg

8 a 15 gotas de 12 em 12 horas

7kg

9 a 18 gotas de 12 em 12 horas

8kg

10 a 20 gotas de 12 em 12 horas

9kg

12 a 23 gotas de 12 em 12 horas

10kg

13 a 25 gotas de 12 em 12 horas

Insuficiência renal

Em pacientes com insuficiência renal severa (clearance de creatinina abaixo de 50 ml/min) poderá ocorrer acúmulo de Cloridrato de Ranitidina, como resultado de elevadas concentrações plasmáticas. Recomenda-se uma dose diária de 150 mg, à noite. Em pacientes sob diálise peritoneal crônica ambulatorial ou hemodiálise crônica, 150 mg de Cloridrato de Ranitidina devem ser tomados imediatamente após a diálise.

Insuficiência hepática

Em pacientes com cirrose hepática compensada, as alterações de biodisponibilidade, distribuição e meia-vida do Cloridrato de Ranitidina são mínimas, não sendo necessário ajuste de doses, contudo deve ser monitorizada a função hepática com dosagem de transaminases. No caso de aumento de níveis de transaminases durante o tratamento com Cloridrato de Ranitidina, a medicação deverá ser descontinuada.

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