Reações Adversas - Cloridrato de Dopamina Hipolabor

Bula Cloridrato de Dopamina Hipolabor

Princípio ativo: Dopamina

Classe Terapêutica: Agentes Cardíacos Dopaminérgicos

Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)

Efeitos colaterais do Cloridrato de Dopamina Hipolabor

Os efeitos são listados por frequência:

  • Muito comum (> 1/10);
  • Comum (> 1/100, < 1/10);
  • Incomum (> 1/1.000, < 1/100);
  • Rara (> 1/10.000, <1/1.000);
  • Muito rara (< 1/10.000);
  • Desconhecida (frequência não estimada).

Reação desconhecida (frequência não estimada)

  • Coração e vasos: batimentos irregulares, dor no peito, palpitação, problemas de condução cardíaca, bradicardia, pressão baixa ou alta, arritmias graves, gangrena (dedos ou membros).
  • Respiração: falta de ar, baixo oxigênio no sangue, pressão alta nos pulmões.
  • Estômago e intestino: náusea, vômito, desconforto abdominal.
  • Metabolismo: alterações renais, diabetes insípido, alterações hormonais, aumento de açúcar no sangue.
  • Sistema Nervoso: dor de cabeça, ansiedade.
  • Pele: arrepios, necrose no local da aplicação.
  • Olhos: infarto na retina.
  • Psiquiátrico: delírios, alucinações, confusão mental.
  • Rins: dificuldade para urinar, nefrotoxicidade, urina em excesso.

Outros efeitos

Podem ocorrer dor no peito, falta de ar e aumento da pressão. Arritmias cardíacas são possíveis. Pode causar pressão alta em overdose. Suspender o uso controla rapidamente os efeitos, pois age em 2 minutos.

Em pacientes com problemas vasculares, pode piorar a circulação e causar gangrena.

Se houver vazamento na veia, infiltre fentolamina para evitar necrose.

Informe seu médico, dentista ou farmacêutico sobre qualquer efeito indesejado.

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