Cuidados ao usar o Cloridrato de Dopamina Hipolabor
Uso exclusivo na veia. Aplicar sob a pele ou no músculo causa problemas locais. Não é ativo se ingerido.
Monitore pressão arterial, urina e, se possível, função cardíaca durante o uso. Em pacientes com choque pós-infarto, use doses baixas.
Em choque pós-infarto, use com cuidado e doses baixas, com monitoramento cardíaco para evitar arritmias. Pacientes com doenças vasculares têm maior risco de má circulação nas extremidades. Corrija a falta de líquidos antes de usar.
Pode acelerar o coração e piorar arritmias. Não use se houver arritmias graves. Se houver batimentos irregulares, reduza a dose.
Não misture com soluções alcalinas (como bicarbonato), pois perde o efeito.
Corrija antes de usar:
Falta de líquidos no corpo (hipovolemia), baixo oxigênio no sangue (hipóxia), excesso de gás carbônico (hipercapnia) e acidez no sangue (acidose).
Ajuste a dose até normalizar a pressão. Se a pressão baixa persistir, o médico pode suspender ou usar outro vasoconstritor.
Não use em alérgicos a sulfitos (contém metabissulfito).
Use com cuidado em pacientes com problemas de circulação (aterosclerose, diabetes, doença de Raynaud), pois há risco de má circulação nas extremidades.
Gravidez
Não há estudos em grávidas. Use só se o benefício justificar o risco. Pode causar contrações uterinas.
Parto
Pode causar pressão alta grave e risco de sangramento cerebral após o parto.
Amamentação
Não se sabe se passa para o leite. Use com cautela em lactantes.
Uso em crianças
Segurança não estabelecida.
Grávidas só podem usar com orientação médica ou do dentista.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)