Como age o Cloreto de Potássio Samtec no corpo?
Eficácia
O objetivo é repor o potássio necessário e prevenir sintomas clínicos.
Estudos mostram eficácia em manter níveis adequados de potássio em hipertensos usando diuréticos, sem efeitos adversos. Outros estudos confirmam o uso para tratar e prevenir hipocalemia.
Na paralisia periódica familiar (doença hereditária com fraqueza muscular e baixo potássio), a reposição oral mostrou eficácia total.
Em pacientes com anemia megaloblástica, estudos confirmam a necessidade de monitorar e repor potássio quando necessário.
Nenhum estudo clínico recente foi feito.
Referências Bibliográficas
(Lista de referências mantida conforme original)
Características do medicamento
O potássio é essencial para funções como transmissão nervosa, contração muscular e função renal. Regula também o equilíbrio de líquidos e sais. Dentro das células, o potássio varia de 130-160 mmol/L, e no sangue de 3,5-5 mmol/L. Sinais de falta de potássio aparecem quando o nível no sangue cai abaixo de 3,5 mmol/L, incluindo fraqueza muscular, paralisia, intestino preso e alterações cardíacas no ECG.
A falta de potássio pode ser prevenida ou corrigida com suplementação. O cloreto de potássio é a forma preferida quando há falta combinada de potássio e cloro.
Como o corpo absorve e elimina
Absorção
Ao tomar 5 ou 6 comprimidos (40-48 mmol de potássio), o potássio é liberado gradualmente por cerca de 4 horas durante a digestão. A absorção é mais lenta que em soluções líquidas.
Eliminação
Com níveis normais de potássio, cerca de 90% é eliminado pela urina em 8 horas, e mais de 98% em 24 horas.
Como age no organismo
Os sinais de falta de potássio incluem fraqueza muscular, paralisia, intestino preso e alterações cardíacas visíveis no eletrocardiograma.
Segurança em animais
A toxicidade oral é baixa em animais. Efeitos irritantes no sistema digestivo foram vistos em macacos com doses altas, mas não em babuínos. Testes de genotoxicidade mostraram resultados positivos apenas em concentrações muito altas. Estudos de câncer em ratos foram negativos. Não há evidências de malformações ou toxicidade reprodutiva relevantes para humanos.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)