Como o Clofen K funciona no organismo?
Resultados de Eficácia
Estudos mostram que diclofenaco potássico reduz dor em crises de enxaqueca1,2,3. Doses de 50-100 mg aliviam enxaquecas em cerca de 90 minutos4,5.
Comprimidos de ação rápida são indicados quando alívio imediato é necessário. Eficaz em dor pós-operatória, osteoartrite e cólica menstrual6.
Diclofenaco tem efeito positivo especialmente em dor inflamatória7. Diminui uso de analgésicos fortes após cirurgias8-11 e reduz inflamação pós-operatória12.
Três doses diárias de 50 mg aliviaram dor e inflamação em lesões teciduais13.
Doses baixas (25 mg) controlam febre melhor que placebo, semelhante ao ibuprofeno14. Alivia dor na coluna15,16 e cólica biliar17,18.
Referências Bibliográficas
[Lista de referências mantida conforme original]
Características Farmacológicas
Grupo: anti-inflamatórios não esteroides (código ATC: M01A B05).
Mecanismo de ação
Diclofenaco potássico tem propriedades antirreumática, analgésica, anti-inflamatória e antipirética. Age inibindo produção de prostaglandinas (substâncias que causam inflamação, dor e febre). Tem início rápido, ideal para dores agudas.
Farmacodinâmica
Alivia dor moderada a intensa, reduz inchaço inflamatório e sangramento menstrual excessivo.
Farmacocinética
Absorção
Absorção completa. Pico plasmático em 20-60 minutos após 50 mg. Alimento pode atrasar absorção. Não acumula com doses repetidas.
Distribuição
99,7% ligado a proteínas. Penetra no líquido sinovial (concentração maior que no plasma após 2h). Detectado em baixa quantidade no leite materno.
Metabolismo
Transformado no fígado em metabólitos (alguns ativos).
Eliminação
60% excretado na urina, resto nas fezes. Meia-vida plasmática: 1-2 horas.
Pacientes especiais
Idosos: sem diferenças relevantes. Insuficiência renal grave: metabólitos podem acumular. Problemas hepáticos: metabolismo semelhante.
Segurança pré-clínica
Estudos não mostraram riscos teratogênicos ou para fertilidade em doses terapêuticas. Em altas doses, pode causar parto prolongado ou fechamento precoce do canal arterial fetal (efeito comum da classe).
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)