Como o Citrato de Sildenafila FURP funciona no organismo?
Resultados de Eficácia
Estudos clínicos mostraram que o citrato de sildenafila melhora significativamente a função erétil em homens com disfunção erétil (DE). Em ensaios com doses de 25 mg, 50 mg e 100 mg, pacientes relataram melhora nas ereções e na capacidade de manter relações sexuais satisfatórias. A eficácia foi mantida em tratamentos longos (até 1 ano).
Melhoras foram observadas em diversos grupos: diabéticos (59%), pacientes após cirurgia de próstata (43%) e pessoas com lesão na medula (83%). O medicamento também melhorou aspectos como orgasmo e satisfação sexual geral.
Referências bibliográficas:
[Lista de referências mantida conforme original]
Como os estudos foram feitos
A eficácia foi medida através de questionários (IIEF) que avaliaram a capacidade de obter e manter ereções. Os pacientes registraram em diários suas tentativas sexuais bem-sucedidas.
Resultados detalhados
Em estudos com diabéticos, 57% relataram melhora com sildenafila versus 10% com placebo. Em pacientes com lesão medular, 83% melhoraram versus 12% com placebo. Homens com causas psicológicas também tiveram melhora significativa.
Características Farmacológicas
Como age
O citrato de sildenafila inibe a enzima PDE5, aumentando os níveis de GMPc nos corpos cavernosos do pênis. Isso relaxa a musculatura e aumenta o fluxo sanguíneo, facilitando a ereção durante a estimulação sexual. Não age sem estímulo sexual.
Efeitos no coração e visão
Pode causar leve redução temporária da pressão arterial. Em alguns casos, causa alteração temporária na percepção de cores (azul/verde) devido à ação na retina, sem afetar visão ou audição.
Como o corpo processa
Absorção rápvia após ingestão, com pico de concentração em 30-120 minutos. Alimentos gordurosos podem atrasar a absorção. Eliminado principalmente pelo fígado. Idosos e pessoas com problemas graves no fígado podem ter níveis mais altos no sangue.
Segurança em testes
Estudos em animais não mostraram risco de câncer ou danos genéticos. Não afeta a qualidade do esperma em doses terapêuticas.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)