Para que serve Bevanovis?
Câncer colorretal metastático
Bevanovis, usado com quimioterapia à base de fluoropirimidina, trata pacientes com câncer no cólon ou reto que espalhou (metastático).
Câncer de pulmão avançado ou que voltou
Bevanovis, combinado com quimioterapia à base de platina, é usado como primeira opção para tratar câncer de pulmão não pequenas células, não escamoso, que não pode ser operado, está localmente avançado, espalhou ou voltou.
Bevanovis, junto com erlotinibe, trata como primeira opção pacientes com câncer de pulmão não pequenas células, não escamoso, que não pode ser operado, avançado, espalhou ou voltou e tem mutações ativadoras de EGFR (receptor do fator de crescimento).
Câncer de mama que espalhou ou voltou
Bevanovis, junto com paclitaxel, trata como primeira opção pacientes com câncer de mama que voltou localmente ou espalhou, que não receberam quimioterapia antes para essa condição.
Bevanovis, combinado com capecitabina, trata como primeira opção pacientes com câncer de mama que voltou localmente ou espalhou, quando outras opções de quimioterapia não são adequadas. Pacientes que usaram regimes com taxanos e antraciclinas nos últimos 12 meses não devem usar Bevanovis com capecitabina.
Câncer de rim que espalhou ou avançou
Bevanovis, junto com alfainterferona 2a, trata como primeira opção pacientes com câncer de células renais avançado e/ou que espalhou.
Câncer de ovário, trompa ou peritônio
Bevanovis, combinado com carboplatina e paclitaxel, trata como primeira opção pacientes com câncer epitelial de ovário, trompa ou peritônio avançados (estádios FIGO III B, III C e IV).
Bevanovis, junto com carboplatina e gencitabina, trata pacientes adultos com câncer epitelial de ovário, trompa ou peritônio na primeira volta e sensível à platina, sem uso prévio de bevacizumabe ou outros inibidores de VEGF. Bevanovis, com carboplatina e paclitaxel, trata pacientes adultos com câncer epitelial primário de ovário, trompa ou peritônio que voltou e é sensível à platina.
Bevanovis, com paclitaxel, topotecana ou doxorrubicina lipossomal peguilada, trata pacientes com câncer epitelial de ovário, trompa ou peritônio que voltou e resiste à platina, que usaram no máximo dois regimes de quimioterapia antes e sem uso prévio de bevacizumabe ou outros inibidores de VEGF.
Câncer no colo do útero
Bevanovis, junto com paclitaxel e cisplatina ou, se não puder usar platina, paclitaxel e topotecana, trata câncer de colo do útero persistente, que voltou ou espalhou.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)