Ação da Substância - Beribumin

Bula Beribumin

Princípio ativo: Albumina Humana

Classe Terapêutica: Soluções De Proteinas >5%

Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)

Como a substância do Beribumin age?

Eficácia do Beribumin


Albumina humana é usada desde os anos 1940 em pacientes graves.1

Expande o volume sanguíneo e trata emergências com perda de sangue. Seu efeito vem principalmente da manutenção da pressão osmótica, representando 75-80% dessa pressão no sangue. Também transporta substâncias, tem ação antioxidante e anti-inflamatória.1,2

Permanece mais tempo na circulação e expande rapidamente o volume sanguíneo.2,6

Baixos níveis de albumina em pacientes graves estão ligados a maior risco de morte e complicações.3

Estudos comparando albumina e soro fisiológico mostraram resultados similares em pacientes de UTI.4,5

Em sepse, a albumina pode reduzir mortalidade.7

Em sepse grave, albumina junto com soro mostrou controle melhor da pressão arterial.8

Análise combinada de estudos sugere redução de mortalidade em sepse grave com albumina.9 Seu uso em sepse é considerado custo-efetivo.10

Referências Bibliográficas

1. Vincent J-L, Russell JA, Jacob M, et al. Albumin administration in the acutely ill: what is new and where next? Crit Care 2014;18(4):231, 10 pages.
2. Wiedermann CJ, Joannidis M. Nephroprotective Potential of Human Albumin Infusion: A Narrative Review. Gastroenterol Res Pract 2015;2015: 912839, 8 pages.
3. Vincent JL, Dubois MJ, Navickis RJ, Wilkes MM. Hypoalbuminemia in acute illness: is there a rationale for intervention? A meta-analysis of cohort studies and controlled trials. Ann Surg 2003;237:319-34.
4. SAFE Study Investigators, Finfer S, Bellomo R, et al. Effect of baseline serum albumin concentration on outcome of resuscitation with albumin or saline in patients in intensive care units: analysis of data from the saline versus albumin fluid evaluation (SAFE) study. BMJ 2006;333(7577):1044.
5. Finfer S, Bellomo R, Boyce N, et al. A comparison of albumin and saline for fluid resuscitation in the intensive care unit. N Engl J Med 2004;350:2247-56.
6. Mendez CM, McClain CJ, Marsano LS. Albumin therapy in clinical practice. Nutr Clin Pract 2005;20(3):314-20.
7. Delaney AP, Dan A, McCaffrey J, Finfer S. The role of albumin as a resuscitation fluid for patients with sepsis: a systematic review and meta-analysis. Crit Care Med 2011;39:386-91.
8. Caironi P, Tognoni G, Masson S, et al. Albumin replacement in patients with severe sepsis or septic shock. N Engl J Med. 2014;370(15):1412-21.
9. Wiedermann CJ, Joannidis M. “Albumin Replacement in Severe Sepsis or Septic Shock”- Letter to editor. N Engl J Med 2014;371(1): 83.
10. Guidet B, Mosqueda GJ, Priol G, Aegerter P. The COASST study: cost-effectiveness of albumin in severe sepsis and septic shock. J Crit Care 2007;22:197-203.

Propriedades Farmacológicas


Como age

Albumina humana é a proteína mais abundante no plasma, representando mais da metade das proteínas totais.

Mantém a pressão osmótica do sangue, estabiliza o volume sanguíneo e transporta substâncias.

Comportamento no corpo

Cerca de 40-45% fica nos vasos sanguíneos e 55-60% fora deles. Permanece no corpo em média 19 dias.

Em pessoas saudáveis, menos de 10% sai da circulação nas primeiras 2 horas após aplicação.

Segurança em testes

Albumina é componente natural do plasma humano.

Não mostrou toxicidade aguda em animais.

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