Precauções ao usar a Azitromicina Monoidratada Química Haller
Embora raro, você pode ter reações alérgicas graves como inchaço profundo (angioedema) e reação alérgica extrema (anafilaxia), raramente fatal, e problemas de pele como Síndrome de Stevens-Johnson (bolhas na pele e mucosas) e necrólise epidérmica (descamação grave da pele).
Se tiver reação alérgica, pare de usar e procure tratamento. Os sintomas podem voltar quando o tratamento for interrompido.
Se você tem doença grave no fígado, use com cuidado. Avise seu médico.
Já foram relatados problemas no fígado, icterícia (pele amarelada), morte de células hepáticas e falência do fígado, algumas com óbito. Pare imediatamente se tiver sinais de hepatite.
Pacientes com miastenia gravis (fraqueza muscular) podem ter piora dos sintomas com azitromicina.
Se recém-nascidos (até 42 dias) vomitarem ou ficarem irritados após se alimentarem durante o tratamento, pode ser estenose pilórica - avise o médico.
Não use com derivados do ergot (como ergotamina).
Diarreia associada à bactéria Clostridium difficile pode ocorrer com antibióticos como azitromicina, variando de leve a grave. Pode acontecer até 2 meses após o tratamento.
O uso de azitromicina pode aumentar o risco de arritmias cardíacas, incluindo alterações no ritmo que podem ser fatais.
Grávidas só devem usar sob orientação médica.
Não use durante a amamentação sem orientação médica.
Dirigir ou operar máquinas
Não há evidências de que afete a capacidade de dirigir ou operar máquinas.
Não precisa ajustar dose se usar com:
- Cetirizina, didanosina, atorvastatina, carbamazepina, cimetidina, efavirenz, fluconazol, indinavir, metilprednisolona, midazolam, nelfinavir, rifabutina, sildenafila, terfenadina, teofilina, triazolam, trimetoprima/sulfametoxazol.
Podem surgir reações no local da aplicação, dependendo da dose.
Azitromicina só deve ser aplicada na veia.
O médico deve preparar o pó antes do uso.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)