Como o Ápice age no organismo?
Resultados de Eficácia
Para dor neuropática
Estudos mostraram eficácia em neuropatia diabética e neuralgia pós-herpética. Efeito observado na primeira semana.
Para epilepsia
Redução significativa na frequência de crises parciais observada na primeira semana.
Para transtorno de ansiedade
Redução dos sintomas observada na primeira semana.
Para fibromialgia
Redução significativa da dor, melhora na função e no sono. Efeitos mantidos a longo prazo.
Referências Bibliográficas
1 - BEYDOUN, A.; et al. Neurology, 2005.
2 - ARROYO, S.; et al. Epilepsia, 2004.
3 - SABATOWSKI R, et al. Pain, 2004.
4 - PANDE, A.C., et al. Am J Psychiatry, 2003.
5 - PANDE AC, et al. Eur Neuropsychopharmacol, 2000.
6 - FELTNER, D.E., et al. J Clin Psychopharmacol, 2003.
7 - RICKELS, K., et al. Arch Gen Psychiatry, 2005.
8 - POHL RB, et al. J Clin Psychopharmacol, 2005.
9 - MONTGOMERY, S.A., et al. J Clin Psychiatry, 2006.
10 - MONTGOMERY S, et al. Bri J Psych, 2008.
11 - CROFFORD LJ. Curr Opin Rheumatol, 2008.
12 - CROFFORD, L.J.; et al. Pain 2008.
13 - MEASE PJ, et al. J Rheumatol 2008.
Características do medicamento
Como funciona?
Mecanismo de ação
Liga-se a canais de cálcio no sistema nervoso, reduzindo liberação de neurotransmissores da dor.
Como o corpo processa o Ápice?
Absorção
Absorvido rapidamente, biodisponibilidade acima de 90%. Alimentos retardam absorção sem alterar efeito.
Distribuição
Distribui-se amplamente, atravessa barreira hematoencefálica e placenta. Não liga a proteínas plasmáticas.
Metabolismo
Sofre metabolismo insignificante. 98% excretado inalterado.
Eliminação
Eliminado principalmente pelos rins. Meia-vida de 6.3 horas. Ajuste necessário em insuficiência renal.
Dados de segurança
Bem tolerado em doses clinicamente relevantes. Em animais, observados efeitos no SNC e raros casos de atrofia retiniana em ratos idosos.
Segurança em gestação
Não teratogênico em animais. Toxicidade fetal apenas em altas doses. Não recomendado na gravidez.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)