Como o Aldactone age no organismo?
Resultados de Eficácia
Insuficiência cardíaca grave
Estudo em pacientes com coração fraco mostrou que Aldactone® reduziu o risco de morte em 30% e hospitalizações em 30%, além de melhorar sintomas.
Benefícios foram observados em diferentes grupos de pacientes.
Figura 1. Sobrevida por grupo de tratamento no estudo Rales

Figura 2. Índices de risco de mortalidade por subgrupos no Rales.

Figura 2: tamanho proporcional à amostra. LVEF = fração de ejeção; Cr Clearance = função renal; ser Creatinine = creatinina no sangue; ACEI = remédio para pressão.
Estudos em pressão alta mostraram redução significativa da pressão, especialmente em doses mais altas. Aldactone® também auxilia no diagnóstico de excesso de hormônio renal.
Referências Bibliográficas
1. Pitt B, Zannad F, Remme WJ, et al. N Engl J Med 1999;341:709-17.
2. Jeunemaitre X, et al. Am J Cardiol. 1987;60(10):820-5.
3. Nishizaka M K, et al. AJH 2003;16:925-930.
4. Saruta T, et al. Acta Endocrinol (Copenh) 1987;116:229-234.
Características Farmacológicas
Como funciona
Mecanismo de Ação
Aldactone® bloqueia um hormônio renal (aldosterona), aumentando a eliminação de sal e água e retendo potássio. Isso reduz pressão e inchaço.
Benefícios
Eficaz contra inchaços em problemas cardíacos, hepáticos e renais. Controla pressão alta mesmo sem excesso hormonal. Não altera ácido úrico ou açúcar no sangue.
Comportamento no corpo
Transformado no fígado em substâncias ativas. Alimentos podem aumentar sua absorção.
| - | Acúmulo no corpo | Pico no sangue | Meia-vida |
7-α-(tiometil) Espironolactona | 1,25 | 391 ng/mL às 3,2 horas | 13,8 horas |
6-β-hidroxi-7-α- (tiometil) Espironolactona | 1,50 | 125 ng/mL às 5,1 horas | 15,0 horas |
Canrenona | 1,41 | 181 ng/mL às 4,3 horas | 16,5 horas |
Espironolactona | 1,30 | 80 ng/mL às 2,6 horas | ~1,4 horas |
Eliminado principalmente pela urina.
Estudos de Segurança
Riscos
Estudos em animais mostraram aumento de tumores em tireoide, fígado e testículos em doses altas. Pode causar alterações hormonais e fertilidade.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)