Ação da Substância - Revanesse

Bula Revanesse

Princípio ativo: Ácido Hialurônico

Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)

Qual a ação da substância do Revanesse?

Resultados de eficácia

Estudos clínicos avaliando a eficácia de Ácido Hialurônico em lesões de pele demonstraram que este é capaz de melhorar o processo de reparação tissular, reduzir o tempo de cura, prevenir a formação de quelóides e tecido cicatricial retrátil.

Úlceras crônicas compararam a eficácia de Ácido Hialurônico com o tratamento por campos eletromagnéticos por pulsos e à terapia padrão em pacientes acometidos de úlceras de pressão (escaras) durante 30 dias. Ácido Hialurônico reduziu significativamente a dimensão, melhorando os índices de cura em relação aos demais grupos experimentais. 

Ácido Hialurônico demonstrou efeito terapêutico superior ao de outras terapias tópicas no tratamento de 43 pacientes portadores de úlceras cutâneas por insuficiência vascular e póstraumáticas. Neste estudo, houve desenvolvimento de tecido de granulação em todos os pacientes tratados com Ácido Hialurônico em período de tempo significativamente menor que o do grupo controle.

Características farmacológicas

O ácido hialurônico condiciona fisiologicamente os eventos celulares indispensáveis ao processo de regeneração tecidual, auxiliando nos processos de cicatrização e renovação epitelial, quando há necessidade de reparação cutânea.

A aplicação local otimiza a atividade dos principais elementos celulares relacionados ao processo de reparação cutânea. Assim, o ácido hialurônico aumenta a migração de neutrófilos e macrófagos para o local da lesão, aumentando a capacidade fagocítica de ambos.

A migração, proliferação e atividade de miofibroblastos e fibroplastos é acentuada pela presença do ácido hialurônico, conforme demonstram vários estudos. Paralelamente, o ácido hialuronico é capaz de aumentar a proliferação de células endotelias, favorecendo a angiogênese e, conseqüentemente, melhorando as condições de aporte sanguineo à área lesada.

Após distribuição sistêmica, sua meia-vida plasmática é de aproximadamente 10 minutos, sendo bem metabolizado pelo fígado. Após o uso tópico, detectam-se níveis plasmáticos moderados de ácido hialurônico. Este fato revela reduzida absorção percutânea e permanência máxima do fármaco a nível local, onde deve desenvolver sua ação terapêutica.

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