Como o Recombivax HB funciona?
Recombivax® HB é uma vacina injetável que ajuda a prevenir a infecção do fígado causada pelo vírus da hepatite B.
Outras considerações
Como a infecção pelo vírus da hepatite B pode ficar um longo período de tempo sem ser detectada, é possível que um indivíduo já possa estar infectado no momento em que a vacina é aplicada. Para esses indivíduos, pode ser que a vacina não previna a hepatite B.
Recombivax® HB é indicada para a prevenção contra a infecção causada por todos os subtipos conhecidos do vírus de hepatite B. A vacina deve também prevenir contra a hepatite D (causada pelo vírus delta), visto que a hepatite D não ocorre na ausência da infecção pelo vírus da hepatite B.
Informações ao paciente sobre a doença
Você pode ter hepatite B ao entrar em contato com sangue, sêmen, secreções vaginais ou outros fluidos corporais de pessoas contaminadas. Se, por exemplo, esses fluidos infectados entrarem na sua corrente sanguínea através de um corte, você pode ser infectado (a).
Outras circunstâncias que podem resultar em infecção incluem:
- Recém-nascidos de mães portadoras do HBV;
- Morar no mesmo domicílio de algum portador do HBV;
- Contato íntimo/sexual com alguém infectado;
- Trabalhar em ambientes que envolvam exposição a sangue humano ou fluidos corporais;
- Compartilhar agulhas de drogas injetáveis;
- Viajar para regiões com alta frequência de doença por HBV.
Pessoas com hepatite B podem não aparentar ou não se sentirem doentes quando infectadas. Na realidade, uma pessoa pode ser infectada pelo vírus seis semanas a seis meses antes dos sintomas se manifestarem. Alguns indivíduos desenvolvem sintomas leves semelhantes aos de um resfriado. Outros podem ficar muito doentes e extremamente cansados, desenvolver icterícia (aparência amarelada da pele, dos olhos etc.), urina escura e outros sintomas que necessitem de hospitalização.
A maioria das pessoas recupera-se completamente da infecção por HBV, no entanto existem alguns indivíduos, principalmente crianças, que podem não apresentar sintomas, porém permanecem com o vírus no sangue. Esses indivíduos são chamados portadores crônicos. Esses portadores crônicos são infectantes e podem disseminar a doença a outros por toda a vida. Todos os portadores crônicos correm o risco de desenvolver doença hepática potencialmente fatal, cirrose ou câncer hepático.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)