Quais cuidados devo ter ao usar o Rapitram?
A presença de qualquer outro problema de saúde pode sofrer interferência com o uso de Rapitram.
Rapitram deve ser usado com cautela nas seguintes condições:
Dependência e/ou abuso (ou história prévia) aos opioides e/ou outras substâncias, ferimentos na cabeça, choque (estado de profunda depressão mental ou física, consequente de lesão física grave ou distúrbio emocional), alterações do nível de consciência de origem não estabelecida, alterações da função ou do centro respiratório, pressão intracraniana (pressão dentro do crânio) aumentada, portadores de epilepsia.
Pacientes com tendência ao abuso ou a dependência de medicamentos só devem usar Rapitram por períodos curtos e sobre estrita e rigorosa supervisão médica. Rapitram tem potencial baixo de causar dependência.
O risco aumenta quando as doses são superiores à dose máxima indicada (400mg/dia). Uso prolongado de Rapitram pode levar à dependência química e física, assim como o desenvolvimento de tolerância (fenômeno em que uma determinada dose da medicação já não é capaz de atingir o efeito desejado).
Há relatos de convulsões em pacientes usando as doses recomendadas de tramadol, observa-se que o risco aumenta quando as doses são superiores à dose máxima indicada (400mg/dia). O uso de tramadol com
outras medicações que podem desencadear crises convulsivas também pode aumentar esse risco. Comunique ao seu médico se você tem epilepsia, história e/ou tendência de ter convulsões.
Durante o tratamento, você não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)