Como usar o Praxbind?
Antes da administração, deve-se inspecionar visualmente os frascos de Praxbind para verificar a ausência de material particulado e descoloração.
O preparo e administração de Praxbind devem ocorrer em condições assépticas. Do ponto de vista microbiológico, caso o preparo e a administração não ocorram em condições assépticas (ou seja, caso o método de abertura não evite o risco de contaminação microbiana), o produto deve ser administrado imediatamente após sua retirada do frasco.
Caso não seja utilizado imediatamente, o período de armazenamento durante o uso e as condições de armazenamento antes do uso estão sob a responsabilidade do utilizador.
Não é necessária proteção contra a luz ambiente durante a infusão de Praxbind.
- Dose recomendada de Praxbind fornecida em dois frascos.

- Duas infusões consecutivas por frascos suspensos.

- Injete os dois frascos consecutivamente através da seringa.

Praxbind não deve ser misturado com outros medicamentos. Um acesso intravenoso preexistente pode ser utilizado para a administração de Praxbind. Ele deve ser lavado com solução de cloreto de sódio 0,9% antes e ao final da infusão de Praxbind. Não se deve utilizar o mesmo acesso intravenoso para administrar paralelamente nenhuma outra substância.
Praxbind é apenas para uso único e não contém conservantes.
Não foi observada nenhuma incompatibilidade entre Praxbind e os materiais utilizados para realizar a administração intravenosa.
Dosagem
A dose recomendada de Praxbind é de 5 g, ou seja, dois frascos de 50 mL (2 x 2,5 g).
A dose completa de 5 g deve ser administrada pela via intravenosa, com duas infusões consecutivas durante 5 a 10 minutos cada (Figura 2) ou como uma injeção em bolus (Figura 3).
Reiniciando a Terapia Antitrombótica
O tratamento com Pradaxa® (etexilato de dabigatrana) pode ser reiniciado 24 horas após a administração de Praxbind se o paciente estiver clinicamente estável e se a hemostasia (estado de equilíbrio da coagulação) adequada foi alcançada.
Após a administração de Praxbind, outra terapia antitrombótica (ex., heparina de baixo peso molecular) pode ser iniciada em qualquer momento se o paciente estiver clinicamente estável e se a hemostasia adequada tiver sido alcançada. A ausência de terapia antitrombótica expõe os pacientes ao risco de trombose próprio da sua doença de base.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)