Reações Adversas - Piroxicam Legrand

Bula Piroxicam Legrand

Princípio ativo: Piroxicam

Classe Terapêutica: Anti-Reumáticos Não Esteroidais Puros

Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Piroxicam Legrand?

O piroxicam em geral é bem tolerado. Sintomas gastrintestinais são os mais frequentemente encontrados, apesar de na maioria dos casos não interferir no curso da terapêutica.

A administração prolongada de doses de 30mg ou mais ocasiona um risco maior de efeitos colaterais gastrintestinais.

Avaliações objetivas da aparência da mucosa gástrica e da perda sanguínea intestinal mostram que 20mg/dia de piroxicam, em doses únicas ou fracionadas, é significantemente menos irritante ao trato gastrintestinal que o ácido acetilsalicílico.

Sanguíneo e linfático

Anemia, anemia aplástica, eosinofilia, anemia hemolítica, leucopenia, trombocitopenia.

Imunológico

Anafilaxia, "doença do soro".

Metabolismo e nutricional

Anorexia, hiperglicemia, hipoglicemia, retenção de líquidos.

Psiquiátrico

Depressão, pesadelo, alucinações, insônia, confusão mental, alterações do humor, irritação.

Sistema Nervoso

Meningite asséptica, tontura, cefaleia, parestesia, sonolência, vertigem.

Visão

Visão turva, irritações oculares, edema dos olhos.

Ouvido e labirinto

Disfunção auditiva, tinidos.

Cardíaco

Palpitações.

Vascular

Vasculite, hipertensão.

Respiratório, torácico e mediastinal

Broncoespasmo, dispneia, epistaxe.

Gastrintestinal

Desconfortos abdominais, dor abdominal, no caso dos supositórios, foram relatadas reações anorretais, como dor local, ardor, prurido e tenesmo e raros casos de sangramento retal, constipação, diarreia, desconforto epigástrico, flatulência, gastrite, sangramento gastrintestinal (incluindo hematêmese e melena), indigestão, náuseas, pancreatite, perfuração, estomatite, úlcera, vômitos.

Hepatobiliar

Casos fatais de hepatite, icterícia. Embora tais reações tenham sido raras, se testes de função hepática anormal persistir ou piorarem, se aparecerem sinais e sintomas clínicos consistentes com desenvolvimento de doença hepática ou se manifestações sistêmicas ocorrerem (ex.: eosinofilia, rash, etc.), o uso de piroxicam deverá ser interrompido.

Disturbios mamários e do sistema reprodutivo

Diminuição da fertilidade feminina.

Pele e tecido subcutâneo

Alopecia, angioedema, dermatite esfoliativa, eritema multiforme, púrpura não trombocitopênica (HenochSchoenlein), onicólise, reações de fotossensibilidade, prurido, rash cutâneo, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica (doença de Lyell), urticária, reações vesículo bolhosas.

Doenças renais e urinárias

Síndrome nefrótica, glomerulonefrite, nefrite intersticial, insuficiência renal.

Laboratorial

Anticorpos antinucleares (ANA) positivos, elevações reversíveis de nitrogênio da ureia sanguínea (BUN) e da creatinina, diminuição da hemoglobina e do hematócrito sem associação evidente com sangramento gastrintestinal, aumento dos níveis de transaminase, aumento ou diminuição de peso.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária - NOTIVISA, disponível em http://www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

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