Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Piroxicam Cimed com outros remédios?
Informe ao seu médico todas as medicações que está usando para que ele avalie se uma nova medicação interferirá na ação da outra; isso se chama interação medicamentosa.
Evite o uso de piroxicam cápsula:
- Junto com outros anti-inflamatórios não hormonais incluindo inibidores da COX-2 (medicamento que inibe a substância que desencadeia o processo de resposta inflamatória do corpo). O uso concomitante de dois AINEs sistêmicos podem aumentar a frequência de úlceras gastrintestinais e sangramento;
- Se ao usar um anti-inflamatório ou ácido acetilsalicílico (medicamento que bloqueia a inflamação e que não é derivado de hormônios) você apresentou rinite (inflamação da mucosa nasal) ou broncoespasmo (crise de chiado) grave.
Pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico não devem usar piroxicam cápsula. Avise o seu médico se você tem ou teve estas condições.
O piroxicam cápsula interfere no efeito antiplaquetário (evita a agregação de plaquetas no sangue) do ácido acetilsalicílico em baixa dosagem e pode, assim, interferir no tratamento profilático da doença cardiovascular com ácido acetilsalicílico.
Além disso, piroxicam cápsula não deve ser usado junto com os seguintes medicamentos
- Ácido acetilsalicílico;
- Anticoagulantes (medicamentos usados para reduzir a capacidade do sangue de coagular, conhecidos como “medicamentos para afinar o sangue”);
- Anti-hipertensivos (medicamentos para controle da “pressão alta”);
- Corticosteroides (anti-inflamatórios hormonais);
- Ciclosporina, metotrexato e tacrolimo (medicamentos que alteram a resposta do sistema de defesa);
- Lítio(medicamento utilizado para doenças psiquiátricas);
- Colestiramina (medicamento que age reduzindo o colesterol).
A dose de piroxicam cápsula pode necessitar de ajustes em portadores de alteração da função do fígado, se você tem qualquer problema no fígado, avise seu médico.
Uso com Anticoagulantes Orais
O uso concomitante de AINEs, incluindo piroxicam cápsula, com anticoagulantes orais aumenta o risco de sangramento gastrintestinal e não gastrintestinal e deve ser administrado e monitorado a critério médico.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)