Como usar o Parklen?
A dose diária ideal deve ser determinada individualmente, segundo as necessidades de cada paciente. Tem-se observado resposta (em um dia e às vezes após uma única dose).
Doses plenamente eficazes são, em geral, alcançadas dentro de 7 dias, em confronto com semanas ou meses exigidos pela levodopa isoladamente.
Pacientes não recebendo levodopa
Inicial
½ comprimido de Parklen uma ou duas vezes ao dia.
Ajuste
Acrescente ½ comprimido de Parklen a cada dia ou em dias alternados, até atingir a dose ótima.
Manutenção
1 comprimido três a quatro vezes por dia. Se necessário, a posologia pode ser elevada em ½ a 1 comprimido cada dia, ou em dias alternados, até o máximo de 8 comprimidos por dia (3mg/kg de carbidopa e 30mg/Kg de levodopa, em pacientes de 70Kg). É limitada a experiência com doses diárias de carbidopa maiores que 200mg.
A terapia deve ser individualizada e ajustada de acordo com a resposta terapêutica desejada. Devem ser fornecidos, pelo menos, de 70 a 100mg de carbidopa por dia para obter uma inibição ótima da descarboxilação extra-cerebral da levodopa.
Como transferir pacientes de uma terapêutica com levodopa
Em virtude da ocorrência mais rápida das respostas terapêuticas e das reações adversas com Parklen do que quando é administrada levodopa, os pacientes devem ser observados de perto durante o período de ajuste posológico. Especificamente, movimentos involuntários ocorrerão mais rapidamente com Parklen do que com levodopa.
A ocorrência de movimentos involuntários pode requerer redução posológica.
Blefarospasmo pode ser um sinal precoce útil do excesso posológico em alguns pacientes.
A administração de levodopa deve ser interrompida pelo menos 12 horas antes de ser iniciado o uso de Parklen (24 horas para os preparados de liberação lenta de levodopa).
A posologia diária de Parklen escolhida deve ser a que proporciona 20% da posologia diária prévia de levodopa.
Siga a orientação do seu médico respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)