Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Optamax?
Solução Injetável / Comprimido Liberação Prolongada / Comprimido Liberação Retardada
As reações adversas a medicamento de estudos clínicos, relatos espontâneos e casos de literatura estão listados pelo sistema MedDRA de classe de órgão. Dentro de cada classe de órgão, as reações adversas estão ordenadas por frequência, com as reações mais frequentes primeiro. Dentro de cada grupo de frequência, as reações estão apresentadas por ordem decrescente de gravidade.
Além disso, a categoria de frequência correspondente para cada reação adversa segue a seguinte convenção (CIOMS III):
- Muito comum: > 1/10.
- Comum: ≥ 1/100; < 1/10 Incomum: ≥ 1/1.000; < 1/100.
- Rara: ≥ 1/10.000; < 1/1.000.
- Muito rara: < 1/10.000.
As reações adversas a seguir incluem aquelas reportadas com Diclofenaco Sódico comprimidos e/ou outras formas farmacêuticas contendo Diclofenaco Sódico em uso por curto ou longo prazo.
Sangue e distúrbios do sistema linfático
Muito rara
Trombocitopenia, leucopenia, anemia (incluindo hemolítica e aplástica) e agranulocitose.
Distúrbios do sistema imunológico
Rara
Reações de hipersensibilidade, anafiláticas e anafilactoides (incluindo hipotensão e choque).
Muito rara
Angioedema (incluindo edema facial).
Distúrbios psiquiátricos
Muito rara
Desorientação, depressão, insônia, pesadelos, irritabilidade, distúrbios psicóticos.
Distúrbios do sistema nervoso
Comum
Cefaleia, tontura.
Rara
Sonolência.
Muito rara
Parestesia, distúrbios da memória, convulsões, ansiedade, tremores, meningite asséptica, disgeusia, acidente cerebrovascular.
Distúrbios oculares
Muito rara
Deficiência visual, visão borrada, diplopia.
Distúrbios do labirinto e do ouvido
Comum
Vertigem.
Muito rara
Zumbido, deficiência auditiva.
Distúrbios cardíacos
Incomum*
Infarto do miocárdio, insuficiência cardíaca, palpitação, dores no peito.
Frequência desconhecida
Síndrome de Kounis.
Distúrbios vasculares
Muito rara
Distúrbios mediastinal, torácico e respiratório
Rara
Asma (incluindo dispneia).
Muito rara
Pneumonite.
Distúrbios do trato gastrintestinal
Comum
Náusea, vômito, diarreia, dispepsia, cólicas abdominais, flatulência, diminuição do apetite.
Rara
Gastrites, sangramento gastrintestinal, hematêmese, diarreia sanguinolenta, úlcera gastrintestinal (com ou sem sangramento, estenose gastrointestinal ou perfuração, podendo conduzir a peritonite).
Muito rara
Colites (incluindo colite hemorrágica, colite isquêmica e exacerbação da colite ulcerativa ou doença de Crohn), constipação, estomatite, glossite, distúrbios esofágicos, doença intestinal diafragmática, pancreatite.
Distúrbios hepatobiliares
Comum
Elevação das transaminases.
Rara
Hepatite, icterícia, distúrbios hepáticos.
Muito rara
Hepatite fulminante, necrose hepática, insuficiência hepática.
Pele e distúrbios dos tecidos subcutâneos
Comum
Rash.
Rara
Urticária.
Muito rara
Dermatite bolhosa, eczema, eritema, eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson, síndrome de Lyell (necrólise epidérmica tóxica), dermatite esfoliativa, alopecia, reação de fotossensibilidade, púrpura, púrpura de HenochSchoenlein e prurido.
Distúrbios urinários e renais
Muito rara
Lesão renal aguda (insuficiência renal aguda), hematúria, proteinúria, síndrome nefrótica, nefrite tubulointersticial, necrose papilar renal.
Distúrbios gerais e no local da administração
Rara
Edema.
Exclusivo Solução Injetável
Comum
Reação no local da aplicação, dor no local da aplicação, rigidez do local da aplicação.
Rara
Edema, necrose no local da aplicação.
* A frequência reflete os dados do tratamento de longo prazo com uma dose elevada (150 mg por dia).
Descrição das reações adversas selecionadas
Eventos aterotrombóticos
Dados de meta-análise e farmacoepidemiológicos apontam em relação a um pequeno aumento do risco de eventos aterotrombóticos (ex. : infarto do miocárdio), associado ao uso de diclofenaco, particularmente em doses elevadas (150 mg por dia) e durante tratamento de longo prazo.
Efeitos visuais
Distúrbios visuais, tais como deficiência visual, visão borrada ou diplopia, parecem ser efeitos da classe AINEs e são geralmente reversíveis com a descontinuação. Um mecanismo provável para os distúrbios visuais é a inibição da síntese das prostaglandinas e outros compostos relacionados que alteram a regulação do fluxo sanguíneo da retina resultando em potenciais alterações da visão. Se estes sintomas ocorrem durante o tratamento com diclofenaco, um exame oftalmológico pode ser considerado para excluir outras causas.
Exclusivo Solução Injetável
Infecções e infestações
Muito rara
Abscesso no local da aplicação.
Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária – Notivisa, disponível emhttp://portal.anvisa.gov.br/notivisa, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)