Como usar o Nenfy?
Nenfy deve ser administrado por via oral.
A dose e a duração da terapia dependem da extensão da deficiência de ferro.
Nenfy deve ser administrado durante ou imediatamente após as refeições.
Como posologia média sugere-se:
Adultos e lactantes
Deficiência de ferro manifesta
- Um comprimido mastigável uma a duas vezes por dia por três a cinco meses, até a normalização dos valores de hemoglobina. Posteriormente a terapia deve continuar por várias semanas (dois a três meses) com um comprimido mastigável por dia a fim de restaurar a reserva de ferro.
Deficiência de ferro latente
- Um comprimido mastigável por dia por um a dois meses.
Em casos de anemia ferropênica grave ou de necessidade elevada de ferro, as doses podem ser aumentadas a critério médico, ou pode ser necessário o tratamento com ferripolimaltose parenteral (IM ou EV) como tratamento inicial.
Mulheres grávidas
Deficiência de ferro manifesta
- Um comprimido mastigável duas vezes por dia, até a normalização dos valores de hemoglobina. Posteriormente a terapia deve continuar com um comprimido mastigável por dia pelo menos até o final da gravidez a fim de restaurar a reserva de ferro.
Tratamento da deficiência de ferro latente
- Um comprimido mastigável por dia.
Prevenção da deficiência de ferro
- Um comprimido mastigável por dia.
População especial
Não existem ou há dados muito limitados de estudos clínicos disponíveis para o uso de Nenfy em populações de pacientes com história ou evidência de distúrbios gastrointestinais significativos, com insuficiência hepática, ou insuficiência renal e em pacientes idosos. Levando em consideração o conhecimento sobre a eficácia e a segurança de Nenfy a partir da sua experiência pós-comercialização, não há evidências que sugiram que o perfil de segurança e eficácia de Nenfy seja diferente nesses pacientes, portanto, nenhuma recomendação de dosagem especial é necessária para essas populações de pacientes.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)