Como usar o Minoton?
A aminofilina deve ser administrada por via IV. A injeção intramuscular é em geral dolorosa e essa via de administração só deve ser considerada se absolutamente necessária; nesse caso as injeções devem ser profundas.
A posologia deve ser determinada de acordo com a severidade da doença, a idade, a existência de outras doenças e a resposta do paciente.
Posologia do Minoton
Dose de ataque
Adultos
Em pacientes que não estejam recebendo ao mesmo tempo outros produtos que contenham aminofilina, uma dose de ataque de 6 mg aminofilina/kg deve ser administrada numa taxa de infusão que não exceda 25 mg/minuto. A dose de ataque deve ser reduzida em pacientes que estejam recebendo algum produto contendo teofilina.
Crianças
As doses são proporcionalmente menores e devem ser determinadas de acordo com o peso da criança.
Dose de manutenção
As taxas de infusão de manutenção recomendadas para infusão intravenosa contínua de aminofilina estão descritas na tabela abaixo.
Taxa de infusão de manutenção de aminofilina (mg/kg/hora):
Grupos de pacientes | Primeiras 12 horas | Além de 12 horas |
rianças 6 meses – 9 anos | 1.2 | 1.0 |
Crianças 9 a 16 anos e adultos jovens fumantes | 1.0 | 0.8 |
Adultos não fumantes | 0.7 | 0.5 |
Pacientes idosos e pacientes com cor pulmonale | 0.6 | 0.3 |
Pacientes com insuficiência cardíaca ou hepática | 0.5 | 0.1-0.2 |
A injeção de aminofilina pode ser administrada lentamente por via IV ou diluída com solução isotônica de glicose a 5% ou cloreto de sódio 0,9% também em infusão lenta, podendo ser conservada por um período máximo de 24 horas após a diluição.
As doses terapêuticas são muitas vezes próximas das doses tóxicas. O ideal é acertar a dose através da dosagem sérica da teofilina, evitando assim os quadros tóxicos. Níveis séricos de teofilina devem ser medidos em todos os pacientes em tratamento crônico com a teofilina. Em obesos deve-se utilizar o peso corpóreo seco.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)