Quais cuidados devo ter ao usar o Lincovax?
Você deve saber que a maioria dos antibióticos, inclusive Lincovax®, pode levar ao aparecimento de colite pseudomembranosa, (infecção do intestino por bactéria da espécie C. dificille) um tipo potencialmente grave de diarreia. Avise seu médico se apresentar diarreia durante e após o tratamento com Lincovax®.
Lincovax® deve ser utilizado durante a gravidez e durante a amamentação apenas se claramente necessário, pois é necessário avaliar se os riscos de eventos adversos graves no feto compensam os benefícios do tratamento da mãe com essa medicação.
Efeitos na habilidade de dirigir e operar máquinas
Nenhum estudo foi conduzido para determinar o efeito da Lincovax® na habilidade de dirigir e usar máquinas.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Lincovax® contêm álcool benzílico que tem sido associado com eventos adversos graves, incluindo a “Síndrome de Gasping” (alteração do ritmo respiratório) e morte em pacientes pediátricos.
Lincovax® é excretado pelo leite materno, como há riscos de eventos adversos graves em lactentes.
Lincovax® não deve ser utilizado no tratamento de meningite (infecção das meninges, membranas que envolvem o sistema nervoso central, cérebro e medula espinal), pois não penetra adequadamente no sistema nervoso central.
Pacientes com disfunção renal e hepática precisam de uso cauteloso de Lincovax® que exige a avaliação dos níveis sanguíneos da medicação e ajuste da dose. Se você tem qualquer um desses problemas comunique ao seu médico ou ao cirurgião dentista.
A dose de Lincovax® deve ser determinada cuidadosamente em pacientes com disfunção renal grave ou disfunção hepática e os níveis séricos de Lincovax® devem ser monitorados durante a terapia com altas doses. Durante terapia prolongada, recomenda-se monitorar as funções renal, hepática e hematológica.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)