Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Icacort?
Em estudos clínicos, as reações adversas mais frequentemente observadas foram irritação e queimação no local da aplicação.
As frequências das reações adversas, observadas em estudos clínicos, estão apresentadas na tabela abaixo:
| Classificação por sistema corpóreo | Comum (pode afetar até 1 em 10 pacientes) | Incomum (pode afetar até 1 em 100 pacientes) | Frequência desconhecida (frequência não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis) |
| Distúrbios gerais e condições no local da administração | Local da aplicação | ||
Irritação, queimação | Vermelhidão (eritema), ressecamento | Coceira (prurido), vesículas | |
| Distúrbios cutâneos e nos tecidos subcutâneos | - | Estrias na pele | - |
Assim como ocorre com outros glicocorticoides de aplicação tópica, as seguintes reações adversas podem ocorrer (frequência desconhecida):
- Atrofia da pele, reação inflamatória dos folículos pilosos (foliculite no local da aplicação), aumento da quantidade de pelos (hipertricose), dilatação dos capilares ou dos pequenos vasos previamente existentes na pele (telangiectasia), erupção na região da boca (dermatite perioral), descoloração da pele (despigmentação), acne e/ou reações alérgicas a qualquer um dos componentes da formulação. Efeitos sistêmicos, devido à absorção, podem ocorrer quando preparações tópicas contendo glicocorticoides são aplicadas.
Reações adversas em recém-nascidos não podem ser excluídas se durante a gravidez ou amamentação as mães foram tratadas em áreas extensas ou por período prolongado de tempo. Um exemplo dessa reação é a redução da função adrenocortical, com possível diminuição da resistência do bebê a doenças (imunossupressão).
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)