Como a doxiciclina age no organismo
Eficácia comprovada
Estudos clínicos
Infecções respiratórias
Eficácia comparável à amoxicilina e ciprofloxacino no tratamento de bronquite, pneumonia e sinusite.
Doença inflamatória pélvica
Resultados similares a combinações com clindamicina/aminoglicosídeos e pefloxacino.
Infecções sexualmente transmissíveis
Eficaz contra clamídia, gonorreia e ureaplasma, com desempenho equivalente à azitromicina e ofloxacino.
Acne e infecções de pele
Resultados similares à azitromicina, minociclina e roxitromicina no tratamento de acne, piodermites e erisipela.
Malária
Eficaz na prevenção e tratamento, com resultados comparáveis a atovaquona/proguanil e mefloquina.
Cólera
Dose única de 300 mg tão eficaz quanto tetraciclina em múltiplas doses.
Doença de Lyme
Eficácia equivalente à azitromicina contra eritema migrans.
Febre Q e sífilis
Opção eficaz, especialmente combinada com hidroxicloroquina para febre Q ou como alternativa à penicilina em alérgicos.
Referências Bibliográficas (mantidas conforme original)
Características farmacológicas
Mecanismo de ação
Age inibindo a produção de proteínas bacterianas. Atua contra ampla variedade de bactérias Gram-positivas e Gram-negativas, protozoários e riquétsias.
Comportamento no organismo
Absorção não é afetada por alimentos. Pico sanguíneo em 2 horas. Excretada principalmente pelos rins, com meia-vida prolongada (18-22 horas). Em insuficiência renal grave, excreção reduzida.
Segurança em estudos
Estudos de longo prazo não indicam carcinogenicidade. Não afeta fertilidade feminina em doses altas (estudos em ratos).
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)