Como a Dipirona Biovet para Cães e Gatos age no corpo?
Resultados de Eficácia
Comprimido efervescente
Estudo clínico mostrou que dipirona oral é eficaz contra enxaqueca, com melhora significativa da dor comparada ao placebo.
Comparada com ácido acetilsalicílico (AAS), dipirona mostrou tendência a aliviar a dor mais rapidamente em casos de cefaleia tensional.
Referências Bibliográficas
Tulunay FC et al. Funct Neurol. 2004; Martínez-Martín P et al. Cephalalgia. 2001
Comprimido simples
Em pacientes com febre tifóide, dipirona mostrou efeito antipirético superior ao paracetamol.
Eficaz contra enxaqueca e cefaleia tensional, com resultados semelhantes aos do comprimido efervescente.
Referências Bibliográficas
Ajgaonkar VS et al. J Int Med Res. 1988; Tulunay FC et al. Funct Neurol. 2004; Martínez-Martín P et al. Cephalalgia. 2001
Solução oral 50 mg/mL
Estudo em crianças febris mostrou que dipirona em xarope reduziu febre mais eficazmente que paracetamol.
Referências Bibliográficas
Adam D. Eur J Pediatr 1994
Solução oral 500 mg/mL
Pacientes pediátricos
Dipirona mostrou eficácia antipirética superior a paracetamol e ibuprofeno em crianças.
Pacientes adultos
Eficaz no controle de dor pós-parto, com resultados superiores ao placebo.
Solução injetável
Estudos demonstraram eficácia significativa contra cefaleia tensional e enxaqueca quando administrada por via intravenosa.
Referências Bibliográficas
Bigal ME et al. Braz J Med Biol Res. 2002; Bigal ME et al. Headache. 2002
Supositório
Estudos em crianças mostraram eficácia comparável à nimesulida no controle de dor pós-operatória e febre.
Referências Bibliográficas
Scharli AF et al. J Inter Med Research 1990; Almeida S et al. Pediatric mod 1986
Características Farmacológicas
Mecanismo de ação
Derivado pirazolônico com efeitos analgésico, antipirético e espasmolítico. Atua através de múltiplos mecanismos, incluindo inibição de prostaglandinas no sistema nervoso central.
Farmacocinética
Após administração oral, é convertida em metabólitos ativos. Biodisponibilidade de aproximadamente 90%. Meia-vida plasmática varia conforme o metabólito (2-11 horas).
Perfil de segurança
Estudos pré-clínicos mostraram baixa toxicidade aguda. Não foram observados efeitos cancerígenos ou teratogênicos em estudos com animais.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)