Como a substância atua no organismo?
Resultados de Eficácia
Estudos mostraram que betaistina reduz significativamente crises de tontura em pacientes com Síndrome de Ménière e vertigem vestibular, com melhora observada após meses de tratamento.
Não foram observados efeitos adversos graves em estudos com animais. Betaistina não tem efeitos mutagênicos.
Referências Bibliográficas:
1. Oosterveld, W.J.; Blijleven, W.; VAN Elferen, L.W.M. Betahistine versus placebo in paroxysmal vertigo; a double-blind trial. J Drug Ther Res., 14, p. 122-126, 1989.
2. Mira, E.; Guidetti, G.; Ghilardi, P.L.; Fattori, B.; Malannino, N.; Maiolino, L.; Mora, R.; Ottoboni, S.; Pagnini, P.; Leprini, M.; Pallestrini, E.; Passali, D.; Nuti, D.; Russolo, M.; Tirelli, G.; Simoncelli, C.; Brizi, S.; Vicini, C.; Frasconi, P. Betahistine dihydrochloride in the treatment of peripheral vestibular vertigo. Eur Arch Otorhinolaryngol, 260(2), p. 73-77, 2003.
Características Farmacológicas
Farmacodinâmica
Betaistina atua melhorando a circulação no ouvido interno e acelerando a recuperação do equilíbrio.
Farmacocinética
É rapidamente absorvida e transformada em ácido 2-piridilacético (sem atividade). A maior parte é eliminada pela urina em até 3,5 horas.
Segurança pré-clínica
Estudos com animais não indicaram potencial carcinogênico. Em doses muito altas, observaram-se efeitos no sistema nervoso e vômitos.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)