Como a substância deste remédio age no organismo?
Estudos sobre eficácia
Pesquisas mostram que pacientes com tontura apresentaram melhora significativa na frequência e intensidade das crises após tratamento com betaistina, comparado a placebo.
Em pessoas com Doença de Ménière, o número mensal de crises diminuiu de cerca de 7 para 2 após três meses de tratamento.
Estudos em animais mostraram boa tolerância em doses elevadas. Não foram observados efeitos mutagênicos.
Referências Bibliográficas:
1. Oosterveld, W.J.; Blijleven, W.; VAN Elferen, L.W.M. Betahistine versus placebo in paroxysmal vertigo; a double-blind trial. J Drug Ther Res., 14, p. 122-126, 1989.
2. Mira, E.; Guidetti, G.; Ghilardi, P.L.; Fattori, B.; Malannino, N.; Maiolino, L.; Mora, R.; Ottoboni, S.; Pagnini, P.; Leprini, M.; Pallestrini, E.; Passali, D.; Nuti, D.; Russolo, M.; Tirelli, G.; Simoncelli, C.; Brizi, S.; Vicini, C.; Frasconi, P. Betahistine dihydrochloride in the treatment of peripheral vestibular vertigo. Eur Arch Otorhinolaryngol, 260(2), p. 73-77, 2003.
Características farmacológicas
Mecanismo de ação
Age principalmente melhorando a circulação sanguínea no ouvido interno e facilitando a compensação vestibular. Atua nos receptores de histamina.
Como o corpo processa este remédio
Absorção
É bem absorvido pelo intestino e transformado rapidamente em outra substância (2-PAA). Com alimentos, a absorção é mais lenta.
Distribuição
Pouco se liga a proteínas do sangue.
Eliminação
A maior parte é eliminada pela urina em cerca de 3,5 horas.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)