Precauções e cuidados com o Dexaglós
Use sempre a menor dose eficaz. Reduções devem ser graduais.
Corticoides podem piorar infecções por fungos. Evite usar junto com anfotericina B, exceto em reações graves.
Use com cautela após infarto cardíaco recente.
Doses médias/altas podem aumentar pressão arterial, reter sal/água e reduzir potássio. Restrinja sal e reponha potássio se necessário. Todos corticoides aumentam perda de cálcio.
Suspender rapidamente pode causar insuficiência adrenal. Em situações de estresse durante ou após tratamento, pode ser necessário retomar o corticoide.
Não tome vacinas de vírus vivo durante tratamento imunossupressor. Vacinas inativadas podem ter resposta reduzida.
Na tuberculose ativa, use só em casos graves com tratamento antituberculoso. Monitore pacientes com tuberculose latente.
Use com cautela em úlceras, problemas renais, pressão alta, osteoporose, doenças intestinas e miastenia grave. Sintomas de perfuração intestinal podem ser mascarados.
Efeitos são maiores em hipotireoidismo e cirrose.
Pode alterar motilidade e quantidade de espermatozoides.
Pode mascarar sinais de infecção ou causar novas infecções. Em malária cerebral, pode prolongar o coma.
Pode ativar amebíase.
Uso prolongado pode causar catarata, glaucoma e infecções oculares.
Use com cuidado em herpes ocular.
Atenção diabéticos: contém açúcar.
Gravidez e amamentação
Avalie riscos vs benefícios na gravidez. Recém-nascidos de mães que usaram corticoides devem ser monitorados.
Não use na gravidez sem orientação.
Corticoides passam no leite e podem prejudicar o bebê. Não amamente durante tratamento.
Este medicamento pode causar doping.
Alguns efeitos podem prejudicar a direção de veículos.
Contém álcool.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)