Como o princípio ativo age?
Resultados de Eficácia
Infecções respiratórias superiores
Clindamicina mostrou maior eficácia que penicilina V e eritromicina no tratamento de amigdalites.
Infecções respiratórias inferiores
Superior ao metronidazol no tratamento de infecções pulmonares causadas por bactérias anaeróbias.
Infecções de pele
Mostrou eficácia comparável a outros antibióticos no tratamento de infecções cutâneas e tecidos subcutâneos.
Infecções ósseas e articulares
Mais efetiva que cloxacilina na prevenção de infecções após fraturas expostas.
Infecções dentárias
Eficácia comparável à ampicilina no tratamento de abscessos dentários.
Infecções ginecológicas
Taxas de cura de 70-90% em vaginoses bacterianas, comparável ao metronidazol. Também eficaz em endometrites e infecções pélvicas.
Infecções por clamídia
Mais efetiva e melhor tolerada que eritromicina.
Referências Bibliográficas
(Lista de referências mantida conforme original)
Características Farmacológicas
Antibiótico semissintético que inibe a síntese proteica bacteriana. Liga-se à subunidade ribossomal 50S.
Propriedades Farmacodinâmicas
Mecanismo de ação
Ativo contra bactérias causadoras de acne e outras infecções. Ativado por hidrólise após aplicação tópica.
Resistência
Resistência pode ocorrer por mutações genéticas, com possível resistência cruzada a outros antibióticos.
Atividade antimicrobiana
Ativo contra diversas bactérias gram-positivas e anaeróbias, incluindo Propionibacterium acnes e Staphylococcus aureus.
Propriedades Farmacocinéticas
Após aplicação tópica, pode ser absorvido sistemicamente. Metabolismo hepático, excreção renal e fecal. Meia-vida de aproximadamente 2-4 horas.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)