Reações Adversas - Cogniva

Bula Cogniva

Princípio ativo: Rivastigmina

Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Cogniva?

Cápsula

As reações adversas relatadas mais comumente são gastrintestinais, incluindo náuseas (38%) e vômitos (23%), especialmente durante a titulação.

Os pacientes dos estudos clínicos foram mais suscetíveis às reações adversas gastrintestinais e perda de peso.

As reações adversas nas Tabelas 2 e 3 estão classificadas segundo a frequência, da mais para a menos frequente, utilizando o seguinte critério:

  • Muito comum (≥1/10);
  • Comum (≥1/100, <1/10);
  • Incomum (≥1/1.000, <1/100);
  • Rara (≥1/10.000, <1/1.000);
  • Muito rara (<1/10.000), incluindo relatos isolados.

Tabela 2 - Reações adversas em pacientes com demência de Alzheimer tratados com cápsulas ou solução oral

Frequência

Reações

Infecções e infestações

Muito rara

Infecção urinária

Distúrbios psiquiátricos

Comum

Agitação, confusão, pesadelos e ansiedade

Incomum

Insônia e depressão

Muito rara

Alucinações

Distúrbios do sistema nervoso

Muito comum

Tontura

Comum

Dor de cabeça, sonolência e tremor

Incomum

Síncope

Rara

Convulsões

Distúrbios cardíacos

Rara

Angina pectoris e infarto do miocárdio

Muito rara

Arritmia cardíaca (por ex.: bradicardia, bloqueio atrioventricular, fibrilação atrial e taquicardia)

Distúrbios vasculares

Muito rara

Hipertensão

Distúrbios gastrintestinais

Muito comum

Náusea, vômito, diarreia e perda do apetite

Comum

Dor abdominal e dispepsia

Rara

Úlceras gástrica e duodenal

Muito rara

Hemorragia gastrintestinal, pancreatite e vômito grave associado à ruptura esofágica

Distúrbios hepatobiliares

Incomum

Alterações nos testes de função hepática

Distúrbios da pele e tecidos subcutâneos

Comum

Hiperidrose

Rara

Erupção cutânea e prurido

Distúrbios gerais e condições no local da administração

Comum

Fadiga, astenia e indisposição

Incomum

Queda

Laboratorial

Comum

Perda de peso

Tabela 3 - Reações adversas relatadas durante estudo clínico de 24 semanas em pacientes com demência associada com a doença de Parkinson tratados com cápsulas.

Reações Adversas

Estudo B 2315

Estudo B 2311

-Hemitartarato de Rivastigmina cápsulas n (%)Hemitartarato de Rivastigmina cápsulas n (%)

Placebo n (%)

Total de pacientes estudados

294 (100)362 (100)

179 (100)

Distúrbios do metabolismo e da nutrição

Comum

Diminuição do apetite14 (4,8)28 (7,7)

8 (4,5)

Comum

Desidratação2 (0,7)8 (2,2)

2 (1,1)

Distúrbios Psiquiátricos

Comum

Ansiedade13 (4,4)11 (3,0)

1 (0,6)

Comum

Insônia7 (2,4)10 (2,8)

4 (2,2)

Comum

Agitação1 (0,3)10 (2,8)

3 (1,7)

Distúrbios no Sistema Nervoso

Muito comum

Tremor67 (22,8)37 ( 10,2)

7 (3,9)

Comum

Tontura24 (8,2)20 (5,5)

2 ( 1,1)

Comum

Sonolência18 (6,1)13 (3,6)

5 (2,8)

Comum

Cefaleia12 (4,1)15 (4,1)

5 (2,8)

Comum

Doença de Parkinson (agravamento)*12 (3,3)

2 (1,1)

Comum

Bradicinesia9 (3,1)9 (2,5)

3 (1,7)

Comum

Discinesia10 (3,4)5 (1,4)

1 (0,6)

Comum

Rigidez da roda dentada9 (3,1)1 (0,3)

0 (0,0)

Comum

Hipocinesia7 (2,4)1 (0,3)

0 (0,0)

Incomum

Distonia0 (0,0)3 (0,8)

1 (0,6)

Distúrbios cardíacos

Comum

Bradicardia2 (0,7)5 (1,4)

1 (0,6)

Incomum

Fibrilação atrial1 (0,3)2 (0,6)

0 (0,0)

Incomum

Bloqueio atrioventricular1 (0,3)0 (0,0)

1 (0,6)

Distúrbios gastrintestinais

Muito comum

Náusea113 (38,4)105 (29,0)

20 (11,2)

Muito comum

Vômito38 (12,9)60 (16,6)

3 ( 1,7)

Comum

Diarreia24 (8,2)26 (7,2)

8 ( 4,5)

Comum

Dor abdominal e dispepsia12 (4,1)15 (4,1)

1 (0,6)

Comum

Hipersecreção salivar6 (2,0)5 (1,4)

0 (0,0)

Distúrbios da pele e tecidos subcutâneos

Comum

Aumento da sudorese6 (2,0)8 (2,2)

1 (0,6)

Distúrbios gerais e condições no local da administração

Muito comum

Queda29 (9,9)21 (5,8)

11 (6,1)

Comum

Fadiga16 (5,4)14 (3,9)

5 (2,8)

Comum

Astenia11 (3,7)6 (1,7)

2 (1,1)

Comum

Anormalidade no modo de andar0 (0,0)6 (1,7)

0 (0,0)

* O agravamento da doença de Parkinson no estudo 2315 foi avaliado pelos relatos de reações adversas pré-identificadas (tremor, bradicinesia, rigidez da roda dentada e queda) e cada um deles foi listado com as frequências correspondentes.

Reações adversas adicionais observadas durante estudo aberto prospectivo de 76 semanas, em pacientes com demência associada à doença de Parkinson e tratados com Hemitartarato de Rivastigmina cápsulas: hipertensão, hipotensão (comum).

As seguintes reações adversas adicionais foram relatadas em estudo clínico, em pacientes com demência associada à doença de Parkinson tratados com Rivastigmina adesivo transdérmico: agitação, depressão (comum).

Reações adversas adicionais obtidas de relatos espontâneos pós-comercialização (frequência desconhecida)

As seguintes reações adversas foram identificadas com Hemitartarato de Rivastigmina cápsulas baseadas em relatos espontâneos na pós-comercialização. Como estas reações são relatadas voluntariamente por uma população de tamanho incerto, nem sempre é possível estimar com segurança a sua frequência ou estabelecer a relação causal relacionada à exposição do medicamento.

Frequência desconhecida

Desidratação, agressividade e agitação, sintomas extrapiramidais em pacientes com demência de Alzheimer, doença do nódulo sinusal, hepatite e síndrome de Stevens-Johnson dermatite alérgica (disseminada).

Reações adversas adicionais relatadas com Hemitartarato de Rivastigmina Adesivos Transdérmicos

Comum

Incontinência urinária.

Incomum

Acidente vascular cerebral, delírio e hiperatividade psicomotora.

Raramente relatadas

Eritema, urticária, bolhas e dermatite alérgica.

Informações de estudos clínicos em pacientes com demência associada à doença de Parkinson

A Tabela 4 relaciona o número e a porcentagem de pacientes do estudo clínico de 24 semanas de duração conduzido com Hemitartarato de Rivastigmina em pacientes com demência associada à doença de Parkinson com reações pré-definidas que podem ter refletido o agravamento da doença de Parkinson.

Tabela 4 – Reações adversas pré-definidas que podem ter refletido o agravamento da doença de Parkinson em pacientes com demência associada à doença de Parkinson (Estudo B2311)

-

Hemitartarato de Rivastigmina

Placebo

n(%)

n(%)
Total de pacientes estudados

362(100)

179(100)

Total de pacientes com reações adversas pré-definidas

99(27,3)28(15,6)

Tremor

37 (10,2)7 (3,9)

Queda

21 (5,8)11 (6,1)

Doença de Parkinson (agravamento)

12 (3,3)2 (1,1)

Hipersecreção salivar

5 (1,4)0

Discinesia

5 (1,4)1 (0,6)

Parkinsonismo

8 (2,2)1 (0,6)

Hipocinesia

1(0,3)0

Distúrbio do movimento

1 (0,3)0

Bradicinesia

9 (2,5)3 (1,7)

Distonia

3 (0,8)1 (0,6)

Anormalidade no modo de andar

5 (1,4)0

Rigidez muscular

1 (0,3)0

Distúrbio do equilíbrio

3 (0,8)2 (1,1)

Rigidez musculoesquelética

3 (0,8)0

Rigidez ou torpor

1 (0,3)0

Disfunção motora

1 (0,3)0

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária – Notivisa ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Adesivo transdérmico

As incidências em geral das reações adversas em pacientes tratados com Rivastigmina adesivo transdérmico 10 foram mais baixas do que em pacientes que receberam tratamento com Rivastigmina cápsulas. Náusea e vômito foram os eventos adversos mais comuns em pacientes que receberam tratamento ativo, e ocorreram em taxas similares tanto no grupo de Rivastigmina adesivo transdérmico 20 quanto no grupo de cápsulas. Entretanto, as porcentagens destes dois eventos foram substancialmente mais baixas com o grupo de Rivastigmina adesivo transdérmico 10.

As reações adversas relatadas mais comumente são gastrintestinais incluindo náuseas e vômitos, especialmente durante a titulação.

As reações adversas nas Tabelas 4 e 5 estão classificadas segundo seus títulos de frequência, da mais para a menos frequente, utilizando o seguinte critério:

  • Muito comum (≥ 1/10);
  • Comum (≥ 1/100, < 1/10);
  • Incomum (≥ 1/1.000, < 1/100);
  • Raras (≥ 1/10.000, < 1/1.000);
  • Muito raro (< 1/10.000), incluindo relatos isolados.

Tabela 4: Reações adversas relatadas em 2.687 pacientes portadores da doença de Alzheimer tratados em estudos clínicos de 24 semanas a 48 semanas, randomizado controlado, com Rivastigmina adesivo transdérmico de todas as doses (Rivastigmina adesivo transdérmico 5 ao Rivastigmina adesivo transdérmico 20.

FrequênciaReações

Distúrbios do metabolismo e nutricionais

Comum

Anorexia e diminuição do apetite

Incomum

Desidratação

Distúrbios psiquiátricos

Comum

Ansiedade, depressão e insônia

Incomum

Agitação, delírio, alucinações e agressividade

Distúrbios do sistema nervoso

Comum

Tontura e dor de cabeça

Incomum

Acidente cerebrovascular, síncope, sonolência* e hiperatividade psicomotora

Distúrbios cardíacos

Incomum

Arritmia cardíaca (por ex.: bradicardia e extrassístole supraventricular)

Distúrbios gastrintestinais

Muito comum

Náusea

Comum

Vômito, diarreia, dispepsia e dor abdominal

Incomum

Úlcera gástrica, hemorragia gastrintestinal (por ex.: duodenite hemorrágica)

Muito rara

Hemorragia gastrintestinal, pancreatite leve e vômito grave associado à ruptura esofágica

Distúrbios renais e urinários

Comum

Incontinência urinária

Distúrbios da pele e tecidos subcutâneos

Incomum

Hiperidrose

Distúrbios gerais e condições no local da administração

Comum

Reações no local de aplicação, eritema no local da administração**, prurido no local da administração**, edema no local de administração**, fadiga e astenia

Incomum

Dermatite de contato** e mal-estar

Rara

Queda

Laboratoriais

Comum

Perda de peso

Infecções e infestações

Comum

Infecção do trato urinário

* Em um estudo controlado de 24 semanas em pacientes chineses, sonolência foi relatado como "comum".
** Em um estudo controlado de 24 semanas em pacientes japoneses, eritema no local de administração, prurido no local da administração, edema no local da administração e dermatite de contato foram reportados como "muito comum".

Tabela 5: Reações adversas relatadas em estudo clínico aberto de 24 semanas conduzido com Rivastigmina adesivo transdérmico em pacientes com demência associada com a doença de Parkinson.

Frequência

Reações Adversas

Rivastigmina adesivo transdérmico
n (%)

Total de pacientes estudados

288 (100)

Distúrbios psiquiátricos

Comum

Insônia

18 (6,3)

Depressão

16 (5,6)

Ansiedade

15 (5,2)

Agitação

8 (2,8)

Distúrbios do sistema nervoso

Comum

Tremor

21 (7,3)

Tontura

16 (5,6)

Sonolência

12 (4,2)

Hipocinesia

11 (3,8)

Bradicinesia

10 (3,5)

Rigidez em roda dentada

8 (2,8)

Discinesia

7 (2,4)

Distúrbios gastrintestinais

Comum

Dor abdominal

6 (2,1)

Distúrbios vasculares

Comum

Hipertensão

9 (3,1)

Distúrbios gerais e condições no local da admistração

Muito comum

Quedas

34 (11,8)

Eritema no local da administração

31 (10,8)

Comum

Irritação no local da admisnistração, prurido, erupção cutânea (rash)

9 (3,1) ; 13 (4,5); 7 (2,4)

Fadiga

10 (3,5)

Astenia

6 (2,1)

Distúrbio no modo de andar

11 (3,8)

Reações adversas adicionais observadas durante um estudo aberto prospectivo de 76 semanas, em pacientes com demência associada a doença de Parkinson tratados com Rivastigmina adesivo transdérmico (substância ativa) transdérmico: desidratação, perda de peso, agressividade, alucinação visual (comum).

Em pacientes com demência associada a doença de Parkinson, as seguintes reações adversas foram observadas somente nos estudos clínicos conduzidos com Rivastigmina cápsulas: náusea, vômito (muito comum); diminuição de apetite, agitação, agravamento da doença de Parkinson, bradicardia, diarreia, dispepsia, hipersecreção salivar, aumento de sudorese (comum); distonia, fibrilação atrial, bloqueio atrioventricular (incomum).

Reações adversas ao medicamento de relatos espontâneos pós-comercialização

As seguintes reações adversas adicionais foram identificadas com base em relatos espontâneos pós-comercialização. Como estas reações são relatadas voluntariamente a partir de uma população de tamanho não definido, nem sempre é possível estimar confiavelmente sua frequência.

Relatados raramente: hipertensão, hipersensibilidade no local da aplicação, prurido, erupção cutânea (rash), eritema, urticária, formação de bolhas e dermatite alérgica.

Relatados muito raramente: taquicardia, bloqueio atrioventricular, fibrilação atrial, pancreatite, convulsão. Observou-se agravamento de sintomas da doença de Parkinson em pacientes que utilizaram Rivastigmina adesivo transdérmico.

Frequência desconhecida: hepatite, agitação, síndrome do nódulo sinusal, exames anormais da função do fígado, dermatite alérgica (disseminada), sintomas extrapiramidais em pacientes com demência de Alzheimer, tremor, pesadelos.

Reações adversas adicionais ao medicamento que foram relatadas com o uso de Rivastigmina cápsulas/solução oral

Muito raras

Vômito grave associado com ruptura esofágica.

Raras

Angina pectoris, infarto do miocárdio e úlceras duodenais.

Comuns

Confusão.

Informação obtida em estudos clínicos em pacientes com demência de Alzheimer tratados com Rivastigmina adesivo transdérmico

As seguintes reações adversas foram relatadas em pacientes com demência associada à doença de Alzheimer tratados com Rivastigmina adesivo transdérmico.

Tabela 6: Reações adversas (≥ 2% em todos os grupos de Rivastigmina adesivo transdérmico) do estudo clínico, duplo-cego, placebo controlado de 24 semanas conduzidos com Rivastigmina adesivo transdérmico em pacientes com demência por doença de Alzheimer leve a moderada.

-Grupo Rivastigmina adesivo transdérmico 10 (substância ativa)
n (%)
Grupo Rivastigmina adesivo transdérmico 20
n (%)
Rivastigmina cápsula12 mg/dia
n (%)
Placebo
n (%)

Todos grupos de Rivastigmina adesivo transdérmico
n (%)

Total de pacientes estudados

291303294302

594

Total de pacientes com reações adversas

147 (50,5)200 (66,0)186 (63,3)139 (46,0)

347 (58,4)

Náusea

21 (7,2)64 (21,1)68 (23,1)15 (5,0)

85 (14,3)

Vômito

18 (6,2)57 (18,8)50 (17,0)10 (3,3)

75 (12,6)

Diarreia

18 (6,2)31 (10,2)16 (5,4)10 (3,3)

49 (8,2)

Perda de peso

8 (2,7)23 (7,6)16 (5,4)4 (1,3)

31 (5,2)

Tontura

7 (2,4)21 (6,9)22 (7,5)5 (1,7)

28 (4,7)

Diminuição do apetite

2 (0,7)15 (5,0)12 (4,1)3 (1,0)

17 (2,9)

Dor de cabeça

10 (3,4)13 (4,3)18 (6,1)5 (1,7)

23 (3,9)

Anorexia

7 (2,4)12 (4,0)14 (4,8)3 (1,0)

19 (3,2)

Depressão

11 (3,8)12 (4,0)13 (4,4)4 (1,3)

23 (3,9)

Insônia

4 (1,4)12 (4,0)6 (2,0)6 (2,0)

16 (2,7)

Dor abdominal

7 (2,4)11 (3,6)4 (1,4)2 (0,7)

18 (3,0)

Astenia

5 (1,7)9 (3,0)17 (5,8)3 (1,0)

14 (2,4)

Ansiedade

9 (3,1)8 (2,6)5 (1,7)4 (1,3)

17 (2,9)

Fadiga

5 (1,7)7 (2,3)2 (0,7)4 (1,3)

12 (2,0)

Reações no local de aplicação (irritação da pele)

Em estudos clínicos controlados, duplo-cego, as reações no local de aplicação foram geralmente leves a moderadas em gravidade. A incidência de reações cutâneas no local de aplicação que levaram à interrupção foi observada em ≤ 2,3% dos pacientes que utilizaram Rivastigmina adesivo transdérmico. Esse número foi de 4,9% e de 8,4% na população chinesa e na população japonesa, respectivamente.

Casos de irritação da pele foram identificados separadamente por um investigador neutro, utilizando uma escala de irritação da pele. Quando observada, foi de gravidade muito leve ou leve e foi classificada como grave em ≤ 2,2% dos pacientes tratados com Rivastigmina adesivo transdérmico,em um estudo controlado, duplo-cego e em ≤ 3,7% dos pacientes tratados com Rivastigmina adesivo transdérmico em um estudo controlado duplo-cego em pacientes japoneses.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária – Notivisa, disponível em http://portal.anvisa.gov.br/notivisa, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

O que você está sentindo?

Use o BulaBot para fins informativos.